quarta-feira, 27 de março de 2013

AS CRIANÇAS TEM QUE SER PROTEGIDAS DA CAFAJESTICE DO CQC




A gangue pseudocômica faz um garoto mentir, enganar e torturar psicologicamente José Genoíno.

Alguns meses atrás, a gangue do  CQC já descera à lama ao abordar José Genoíno de maneira cafajeste logo depois do trauma de uma absurda decisão da justiça que decretou prisão para ele.
Agora, a gangue conseguiu descer ainda mais.
Ao longo de um interminável, odioso filme de sete minutos os pseudo-humoristas submeteram Genoíno sessão de violência que degrada não quem a sofreu, mas quem a fez – os mentecaptos sorridentes liderados por Marcelo Tas.
O que eles fizeram não é nem comédia e nem jornalismo: é simplesmente um caso de polícia.
Um repórter-palhaço ficou trollando desvairadamente Genoíno, em Brasília, em busca de uma “entrevista”, aspas.
Louvo aqui o autocontrole de Genoíno,  porque pouca gente é capaz de suportar uma provocação tão baixa pelo que pareceu uma eternidade.
Depois, a gangue colocou um garoto pré-adolescente num papel que em algum momento haverá de envergonhá-lo, se ele tiver decência básica.
O menino enganou Genoíno. Se fez passar por admirador para entrar na sala de Genoíno e extrair algumas palavras.
Depois, em seguimento às mentiras que o fizeram contar, o garoto disse a Genoíno que seu tio estava fora da sala, esperando para cumprimentá-lo.
O tio era um dos integrantes da gangue.
Genoíno saiu da sala e deu de cara com o tio de mentira. E isso foi comemorado como um triunfo pela gangue.
Se há algum comitê de proteção à infância que funcione no Brasil, ele tem que cobrar satisfações de quem fez o garoto se submeter a uma infâmia dessa natureza. Dificilmente ele terá outra aula tão completa de canalhice.
Em poucos minutos, o menino foi obrigado a agir como um pequeno trapaceiro desprezível. O risco é que ele cresça e se torne um adulto tão asqueroso como Marcelo Tas e os integrantes da gangue.

PATRICK MARIANO: FRASE DE JORNALISTA/HUMORISTA DO CQC É DIGNA DE TORTURADOR


CQC usou criança para agredir Genoino. Ele ignorou por completo a violência recebida e foi extremamente atencioso com ela

“Hoje esse silêncio vai ter que acabar, custe o que custar”

por Patrick Mariano, especial para o Viomundo
A frase que escolhemos de título poderia perfeitamente ser proferida por um torturador em pleno ato de violência, corrosão e degradação da dignidade humana.
Vivemos tempos estranhos. Alguns filmes fazem propaganda de métodos de tortura e recebem o aplauso de parte crítica. Alguns presidentes constroem atos legislativos que permitem a tortura e autorizam seu uso como prática institucionalizada.
É o que se lê em matéria do jornal Brasil de Fato:
O afogamento simulado de um preso “é legal porque os advogados dizem que é legal. Não sou advogado”, disse Bush em novembro de 2010, ao ser entrevistado pelo jornalista Matt Lauer. “Claro que o faria”, respondeu o ex-presidente ao ser perguntado se voltaria a tomar a mesma decisão.
Márcio Sotelo Felippe, em brilhante artigo publicado neste Viomundo, expôs os dilemas éticos e morais da atual sociedade, ao analisar a tentativa de se justificar a prática da tortura por parte de articulista de um jornal de um grande conglomerado de comunicação.
A tortura torna-se, assim, com uma contribuição aqui, outra ali, senso comum para uma parte do universo social e ganha a força tremenda da convencionalidade. Para uma outra parte, desliza para uma mera questão de ponto de vista. Você pode ser a favor ou contra a tortura do mesmo modo como é, digamos, a favor ou contra o parlamentarismo. Um tortura para salvar bebês. Outro, como agente do Estado, para defender a sociedade dos criminosos. Comentaristas de internet, após ler o artigo de Caligaris, assistir Tropa de Elite ou o filme de Bigelow se veem legitimados para escrever pérolas como “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos são para humanos direitos”.
Voltemos à frase do título. Anteontem, 25.03.13, em cadeia nacional de televisão e não em uma sala obscura do DOPS ou de Guantánamo, ela foi proferida por um jornalista/humorista.
O escárnio e desrespeito à dignidade da pessoa humana praticado por alguns programas de TV – que se dizem misto de jornalismo e humor – ultrapassou todos os limites éticos com a “matéria” que veio ao ar ontem, realizada na Câmara Federal e com intenção de agredir o deputado José Genoíno.
Pinçaremos algumas frases ditas pelo jornalista/humorista. Avisamos, desde já, que é preciso estômago para continuar a leitura.
“Feliciano na Comissão de Direitos Humanos, Genoíno na CCJ, chegou a hora de pegar o goleiro Bruno e colocar pra ministro do esporte, vai (…) ou botar o Nardoni pra vara da infância”.
O períplo “justiceiro” pelos tapetes da Câmara continua em ritmo de passo apressado, permeado por tiros certeiros de infâmia:
“Ô Genoino, quanto tempo a gente tá querendo te procurar, como é que está o senhor? Você veio aqui se esconder porque lá na prisão é pior? Aqui tem mais bandido, é mais fácil? Tá  fazendo voto de silêncio, Genoino? Vai ser bom na prisão lá, além de X9 não se ferra, né? (…) A gente estava atrás de você o tempo todo, Genoino, fala com a gente um pouquinho, só dá um tchau”.
Atingindo o ápice da cretinice, arremata:
“Genoino, você vai passar onde o reveillon? Na papuda? Já sabe como é que vai ser? Qual prisão?”
Depois do constrangimento causado o repórter/humorista tenta justificar o ato de agressão dizendo que:
“como vocês puderam notar, mais uma vez o deputado Genoino não respondeu às perguntas do CQC o que ele tem feito constantemente com a imprensa nacional. A gente quer ouvir umas respostas, a população brasileira também quer”.
Pronto, a palavra mágica de estar agindo em nome do povo serve de véu para encobrir as nódoas de um péssimo jornalismo e de um humor sem graça alguma.
O programa ataca o deputado Genoino em razão de uma condenação evidentemente política que sequer transitou em julgado, mas não vê problema ético em se utilizar e obrigar uma criança a mentir, se dizendo filho de um militante petista, com intenção de enganar o parlamentar, para que ele profira algumas palavras sobre o seu processo.
Ao final, na bancada principal, – em que tomam assento os principais jornalistas/humoristas do programa – a infâmia não cessa. Ao contrário, se aprofunda com os risos sobre um “presente” que o programa oferece ao deputado: um livro sobre presídio com um fundo falso em que se esconde um celular (!).
A matéria toda é desrespeitosa não só para com o deputado, como também,   aos parlamentares em geral. Busca-se, com isso, desacreditar o parlamento brasileiro com a tentativa de consolidação de um estereótipo de que todos os deputados e senadores que o compõem sejam ladrões, burros e não trabalhem.
O ataque é seletivo e premeditado. Não se vê matérias deste tipo de programa no Poder Judiciário. Não se vê matérias desses programas na FIESP ou FEBRABAN. O que se quer é por de joelhos o Congresso Nacional para que não se aprove leis que contrariem os interesses ideológicos dos grandes meios de comunicação.
Daí que o alvo seja sempre os parlamentares, ora com perguntas estultas para expô-los ao ridículo, ora com agressões e violências como as praticadas contra José Genoino.
Ninguém, sendo deputado ou não, está obrigado a dar entrevista a quem quer que seja. Isto deve ser respeitado. No entanto, sequer se tratava de uma entrevista, tendo em vista a virulência, desrespeito e impropriedades das perguntas lançadas pelo repórter/humorista.
A real intenção do jornalista/humorista, se é que é capaz de encontrar alguma racionalidade em seu ato, talvez fosse a de ser agredido e, assim, alcançar o estrelato de muitos minutos de fama na grande mídia. O deputado, no entanto, com toda sua dignidade, não passou recibo. Ignorou por completo a violência recebida e foi extremamente atencioso com a criança.
Em muitos casos, o híbrido humor/jornalismo é um salvo conduto para se ferir a dignidade das pessoas. Se por acaso precisam de credencial para entrar em lugares que se fazem presentes jornalistas, dizem que o são. Quando extrapolam qualquer limite ético para seu exercício, se dizem humoristas. E assim se vai levando.
No caso da matéria aqui analisada, não se tratou de jornalismo, sequer de humor. Não existe graça na violência gratuita. Poderíamos nominar como sadismo, mas não existe almoço grátis, estamos diante de uma estratégia política deliberada e colocada em curso há algum tempo.
Patrick Mariano Gomes é advogado, integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap) e mestrando em Direito, Estado e Constituição na Universidade de Brasília – UnB.

Fonte:  Vi o Mundo

segunda-feira, 25 de março de 2013

RETRATOS E RECHEIOS




Com o governo Dilma pilotando 92% de aprovação entre ótimo e regular – constatado pelo Datafolha, mas omitido na primeira página do jornal de domingo –, o conservadorismo enfrenta dificuldades para explicitar o que quer com o Brasil.

Para fazer o que pretende, necessita parecer o que não é. 

Daí o frisson que o nome de Eduardo Campos provoca nos seus representantes. Caso, por exemplo, dos correligionários do candidato da derrota conservadora, José Serra, e dele próprio.

Ademais de enfraquecer Aécio, enxerga-se em Campos um ‘cavalo de Tróia’ , capaz de conduzi-los ao poder, sem dar muito na vista.

A manobra requer sangue frio.

Ferir Aécio e fortalecer Campos aliando-se a ele, mas sem expô-lo demasiado para não alertar o eleitor, exige uma mistura difícil de estardalhaço e discrição.

A porta-voz de Serra lotada nas páginas do diário dos Frias tem se encarregado alegremente de sassaricar pelos salões cantarolando o novo bloco. 

Diante dos primeiros relinchos da operação, a colunista classificou, neste domingo, como ‘lance genial’ a aproximação entre Serra e Campos – não por acaso noticiada por ela, em primeira mão, dois dias antes.

Especialista em ambiguidades, coube ao senador Jarbas Vasconcelos, o peemedebista mais tucano do país e principal porta-voz de Serra no Nordeste, colocar contrapesos na folia.

O senador oferece a Campos pilotar um eufemismo habilidoso, que, no entanto, encerra também a confissão de um limite: ‘dissidente’.

Vender o governador na feira dos votos como a costela boa que se descolou de um corpo exaurido é a receita prescrita pelo principal embaixador do neto de Arraes na coleta das adesões.

‘Ele participou disso aí, reconhece que houve avanços, mas acha que poderia ter avançado muito mais’, pontificou no jornal ‘Valor’.

A dificuldade, ou o limite, começa aí. 

‘Mais’ quando ecoado de certas goelas soa como menos.

A do senador está comprometida com preconceitos de beligerância destrutiva em relação ao Bolsa Família, por exemplo. 

“É o maior programa oficial de compra de votos do mundo”, esgoelou, em 2009, o agora principal cabo eleitoral de Campos no Nordeste. 

A região reúne 51% dos 13,6 milhões de famílias beneficiadas pelo programa. 

A declaração do senador foi dada então à revista à ‘Veja’, como parte de um esforço para se credenciar como vice de Serra na disputa presidencial perdida pelo tucano em 2010.

O trecho de sua entrevista: 

“O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo. Há um benefício imediato e uma consequência futura nefasta, pois o programa não tem compromisso com a educação, com a qualificação, com a formação de quadros para o trabalho. Em algumas regiões de Pernambuco, como a Zona da Mata e o agreste, já há uma grande carência de mão-de-obra. Famílias com dois ou três beneficiados pelo programa deixam o trabalho de lado, preferem viver de assistencialismo. Há um restaurante que eu frequento há mais de trinta anos no bairro de Brasília Teimosa, no Recife. Na semana passada cheguei lá e não encontrei o garçom que sempre me atendeu. Perguntei ao gerente e descobri que ele conseguiu uma bolsa para ele e outra para o filho e desistiu de trabalhar’.

“Esse é um retrato do Bolsa Família”, sentenciou Jarbas Vasconcelos.

E esse é um recheio que fará de Campos algo mais próximo de um pastelão udenista, do que propriamente um Cavalo de Tróia demolidor, como sonham os conservadores. 

Em tempo: ao contrário do que pontifica o senador, a frequência escolar das crianças e adolescentes de famílias beneficiadas pelo programa que ele fuzila é uma das condicionalidades da transferência do benefício. Na faixa entre 6 e 15 anos a frequência escolar mensal mínima requerida é de 85% da carga horária. No caso dos estudantes com idade entre 16 e 17 anos, o comparecimento mínimo é de 75%.

Cerca de 15,4 milhões de crianças e adolescentes estavam sendo acompanhados no ano passado. Delas, 14,7 milhões cumpriram a frequência mínima exigida pelo governo: cerca de 86% do total. Em 2011 a taxa havia sido de 85,9%. Pernambuco, por sinal, é um dos estados com um dos desempenhos mais elevados.



Postado por Saul Leblon às 19:3

Fonte:  Carta Maior

domingo, 24 de março de 2013

ROBERTO AMARAL VICE DO PSB: " A DIREITA NÃO VAI NOS USAR." DAR PRA CONFIAR NUM HOMEM DESSE?



FONTE DA FOTO: GOOGLE IMAGES


Roberto Amaral ao 247:

ROBERTO AMARAL: “PSB NÃO É VIAGRA DO PSDB”

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/83101/

Roberto Amaral no Conversa Afiada: 

"Os tucanos e a grande mídia não devem contar conosco para quebrar a esquerda, não seremos joguete de ninguém”, "

Vice-presidente nacional do PSB, o ex-ministro Roberto Amaral não quer saber de vincular seu partido à oposição a Dilma Rousseff e rejeita qualquer aproximação com o PSDB.

“Eles (o PSDB)  passam por uma crise de impotência e querem nos usar como Viagra. Os tucanos e a grande mídia não devem contar conosco para quebrar a esquerda, não seremos joguete de ninguém”, dispara.

Amaral não poupa os tucanos. Diz que o partido se confunde “com a figura lamentável” de José Serra, candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo. 

“Trata-se um político velho, reacionário, atrasado e provocador”, classifica.
(http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/11/07/amaral-psb-nao-e-viagra-do-psdb/)


Acima, os links da entrevista dada logo após as eleições pelo Vice-presidente do PSB Roberto Amaral ao jornal eletrônico Brasil 247 na qual ele diz que o seu partido não será usado pela direita e mais abaixo trecho de um post do site Conversa Afiada no qual declara que o PSB não será o "viagra" do PSDB e tece elogios a José Serra: “Trata-se um político velho, reacionário, atrasado e provocador”

Agora, depois dos movimentos de seu partido e do lançamento de Campos à Presidência da República, com críticas ao governo e com encontro secretos com José Serra pergunta-se: O Brasil mudou de repente? Serra deixou de ser "velho", "reacionário" e "provocador"? O PSB vai ser barriga de aluguel da direita?  Pelos movimentos e pelas palavras do PSB e de seu vice, a resposta a estas perguntas parece ser "sim".
by the teacher.

AS VIAGENS DE FHC E LULA E A ESCANDALIZAÇÃO SELETIVA



Enviado por luisnassif, dom, 24/03/2013 – 13:37
Autor: Hugo Carvalho
Um ex-presidente brasileiro está rodando o mundo, em viagens patrocinadas por empresas e corporações que cresceram e ganharam muito dinheiro em seu período de governo. Nestas viagens, a presença do ex-presidente ajuda as empresas patrocinadoras a captar investimentos e ganhar mercados.
As empresas amigas também patrocinam palestras deste líder político no Brasil e contribuem com fundos milionários para o Instituto que leva seu nome e destina-se a preservar sua memória.
Se este ex-presidente se chamasse Luiz Inácio, suas atividades no exterior seriam manchete da Folha de S. Paulo, colocando-o sob suspeita de atuar como lobista de empresas sujas.
Mas estamos falando de Fernando Henrique Cardoso, que também viaja fazendo palestras, a convite de empresas, ONGs e instituições diversas. A diferença mais notável entre eles (há muitas outras) é que FHC vai lá fora para falar mal do Brasil.
Nas asas do Itaú, seu patrocinador master, Fernando Henrique esteve no Paraguai em 2010 , no dia em que o banco inaugurou a operação para tomar o mercado no país vizinho.
O Itaú também o levou a Doha e aos Emirados Árabes ano passado, como informou a imprensa financeira, com a intenção de morder parte dos 100 milhões de dólares que o Barwa Bank tem para investir no mercado imobiliário brasileiro.
Itaú Unibanco and Fernando Henrique Cardoso visiting Qatar and the UAE
A Folha estava lá (mas não diz quem pagou a viagem da colunista Maria Cristina Frias) “FHC vai ao Oriente Médio com Itaú para atrair investimento”, ela escreveu. Zero de suspeição ou malícia. O jornal não se preocupou em saber se a embaixada brasileira alugou impressoras para apoiar o ex-presidente em sua missão, mas registrou direitinho o que ele disse lá sobre o governo brasileiro atual: Corrupção cresceu em relação a meu governo, diz FHC. Com esse papo, o ex deve ter atraído investimentos para o Chile.
FHC também falou mal do Brasil quando foi à China, em maio passado, de novo pelas asas do Itaú (nem parece que é um banco, deve ser uma agência de viagens). Reclamou do ajuste do câmbio, da falta de planejamento, e fez o comercial do patrocinador: “Baixar a taxa de juros (no Brasil) é importante, mas tem que olhar as consequências”, ele disse aos chineses. O Estadão resumiu no título a visão de Brasil que FH passou em Pequim: “Não se pode crescer a qualquer a custo, diz FHC”.
Em novembro do ano passado, a casa americana JP Morgan pagou FHC para falar do Brasil sem sair de casa: “O Brasil está pagando o preço por não ter dado continuidade aos avanços implementados”, ele disse, numa palestra para investidores estrangeiros em São Paulo.
Na edição deste sábado, a Folha sugere ao Ministério Público que promova uma ação para alguém devolver “gastos indevidos” com horas extras de motoristas e deslocamento de funcionários, nas embaixadas por onde Lula passou. Mas não se comove com o fato de a estatal paulista Sabesp ter pingado R$ 500 mil na caixinha do Instituto FHC (ah se fosse o Visanet…).
Fernando Henrique ainda era presidente da República, em 2002, quando chamou ao Palácio da Alvorada os donos de meia dúzia empresas para alavancar o instituto que ainda ia criar: Odebrecht, Camargo Corrêa, Bradesco, Itaú, CSN, Klabin e Suzano. A elas se juntaria a Ambev. Juntas, pingaram 7 milhões no chapéu de FH. Mas foi o Tesouro que pagou o jantar, descrito em detalhes nesta reportagem da revista Época.
Todos à mesa eram gratos à FHC pelo Plano Real e não se duvide de que alguns tenham coçado o bolso por idealismo. Mas se a Folha utilizasse o mesmo relho com que trata Lula, teria registrado que os Itaú e Bradesco eram gratos pela maior taxa de juros do mundo; a Ambev deve seu monopólio ao CADE dos tucanos; a CSN é a primogênita da privataria e quase todos ali deviam algum ao BNDES.
FHC e seu instituto prosperaram. No primeiro ano como ex-presidente ele faturou R$ 3 milhões em palestras (“o critério é cobrar metade do que cobra o Bill Clinton”, explicou, modestamente, um assessor de FHC). A primeira palestra, de US$ 150 mil de cachê, que serviu de parâmetro para as demais, foi bancada pela Ambev. O IFHC já tinha R$ 15 milhões em caixa e planejava gastar o dobro disso nas instalações.
O IFHC abriga o projeto Memória das Telecomunicações (esqueçam o que ele escreveu, mas não o que ele privatizou), patrocinado naturalmente pela Telefónica de Espanha.
Todas as empresas citadas neste relato são anunciantes da Folha de S. Paulo e estão acima de qualquer suspeita enquanto anunciantes. Apodrecem, aos olhos do jornal, quando se aproximam de Lula.
Eis aí o segundo recado da série de manchetes: afastem-se dele os homens de bem. O primeiro recado, está claro, é: mãos ao alto, Lula!
A Folha também se considera acima de qualquer suspeita. Só não consegue mais disfarçar o ódio pessoal que move sua campanha contra o ex-presidente Lula.
Fonte:  O Cafezinho

sábado, 23 de março de 2013

DILMA CRESCE; MÍDIA BUSCA UM 'CAPRILES NIETO' BRASILEIRO





A restauração conservadora fareja frestas e flancos para romper o colar de governos de centro-esquerda que, nos últimos dez anos, estendeu suas contas formando um cinturão de políticas progressistas no interior da América Latina. 

Vive-se, grosso modo, um interregno entre dois ciclos. 

Um, que parece ter se completado com a consolidação de políticas sociais e salariais, que remodelaram a dinâmica da cidadania e do consumo em largas fronteiras da América Latina. 

Em graus distintos, esse estirão foi favorecido pelo afrouxamento do gargalo externo, marcado por uma década de preços altos das commodities. 

Não há automatismos na história.

Políticas deliberadas destinaram esse impulso ao resgate parcial de uma exclusão secular, aprofundada pela hegemonia livre mercadista dos anos 90.

A história regional registra outros ciclos de valorização de produtos primários sem contrapartida social equivalente. 

O fôlego externo enfrenta agora o ar rarefeito da estagnação planetária escavada pela desordem neoliberal. 

Abre-se um descompasso entre o fluxo da história e o das receitas.

A América Latina depende de investimentos pesados, que liguem o impulso original do consumo a uma inadiável adequação da oferta e da logística à escala ampliada da demanda e dos direitos. 

O cinturão de governos progressistas debate-se para erguer os pilares dessa transição num ambiente internacional que deixou de favorecê-lo. 

A queda de braço para destravar o novo ciclo é a linguagem cifrada através da qual o aparato conservador põe a campanha na rua, enquanto busca o porta-estandarte capaz de encabeça-la.

Nessa corrida contra o tempo afloram os Enriques Peña Nieto, os Henrique Capriles, os Aécios e Eduardos Campos. 

Não são feitos da mesma argila, sublinhe-se. 

Mas se prestam como gargantas do mesmo sopro, sendo notável a semelhança entre o que dizem e o prometem. 

A saber:

a)‘Manter o que deu certo’: ninguém, nem Capriles, nega os avanços sociais da última década; explicitamente não se vocaliza a intenção de revogar políticas e programas que resgataram milhões de pessoas da pobreza e da miséria na região;

b) ‘Dá para fazer mais’: a platitude, aparentemente ingênua, interliga Capriles a Campos, por exemplo. Repita-se, não são argila do mesmo rio. Emparedados pelos inegáveis trunfos dos que pretendem substituir, porém, apresentam-se como capazes de superá-los, sem contradizê-los naquilo que se tornou quase irreversível;

c) Mais liberdade para o mercado agir: Enrique Peña Nieto, presidente mexicano recém-eleito, um misto de Collor com Aécio, com sorriso fixo dirigido permanentemente à plutocracia, como Campos, é o que explicita de forma mais assumida o projeto conservador em gestação. 

d) ‘Retomar as reformas’ : num ambiente desgastado pela incapacidade progressista de se unir em um projeto convincente para a sociedade, o engomadinho mexicano – jovem na aparência—ganha espaço para resgatar velhas bandeiras. O óbvio reiterado mais uma vez na sua ascensão: o neoliberalismo colapsado extrai sobrevida da ausência de projeto e lideranças críveis, à esquerda. 

e) ‘Um novo acordo político’: nesse interregno em que o velho nada tem a inovar, mas o novo se mostra desprovido de liderança consistente, Peña Nieto transita com desenvoltura mórbida. Empurra uma a uma as reformas regressivas na goela de uma sociedade exausta, cujo sistema político desmoralizado lhe deu carta branca para agir. 

Em que direção?

A reforma trabalhista mexicana flexibiliza direitos, legaliza contratos temporários, barateia demissões. 

A da energia tem abrangência pomposa, mas objetivo específico: privatizar a Pemex, a Petrobras mexicana. Tudo em nome da pátria –a exemplo do nacionalismo tardio de Aécio. 

O idioma dominante é a língua dos acionistas. Bolsas e bolsos estão sequiosos por um desmonte que reduza investimentos e engorde a rubrica dos lucros nos balancetes; loteie reservas de petróleo; gere mais sobras a serem distribuídas. 

Os pregões borbulham em sinal de gratidão. A mídia 'especializada' urbi et orbi sanciona a receita e com ela açoita os governantes infiéis.

O México se oferece como a meca da restauração neoliberal.

Já tivemos paradigmas em melhor situação.

Cerca de 2/3 dos 2.500 municípios mexicanos estão dominados por gangues sanguinárias do circuito drogas/crimes.

É a herança mais ilustrativa de décadas de governantes e políticas das quais Peña Nieto é um protagonista agressivo, mas equipado com sorriso 24 horas e cabelos impecavelmente lustrados à mousse.

O golpe mais flamejante desse manequim do neoliberalismo recosturado reúne ingredientes ao gosto dos savonarolas . 

A prisão de uma liderança sindical corrupta, decana do professorado mexicano, franqueou-lhe os atabaques da mídia para sapatear sobre as organizações dos trabalhadores. Leia-se: afastar a influência sindical e dos movimentos populares na formulação das políticas setoriais.

A desfrutável sofreguidão com que protagonistas desse mesmo enredo se oferecem à mídia e à plutocracia no caso brasileiro não deve levar a erros de avaliação.

A temporada de caça à Dilma, insista-se, não reflete apenas apetites menores.

As respostas às arremetidas conservadoras terão pouca eficácia se ficarem restritas a aspectos do caráter de seus portadores. 

Um ciclo econômico envia sinais de exaustão. 

O novo que pede para nascer dificilmente vingará se depender exclusivamente da compreensão dos mercados e da grandeza patriótica dos investidores privados.

Cortejado, o dinheiro graúdo inaugurou a temporada do 'vamos ver quem dá mais'. 

A campanha conservadora instalou seu pé de palanque ostensivo no noticiário econômico.

Dia sim, dia não, ele aciona o bordão: o capital privado "não sente mais segurança" para investir no país , tantas são as medidas do governo (a maioria, diga-se, de incentivo ao próprio).

Pesquisas divulgadas nesta 3ª feira mostram recorde de aprovação ao governo. A leitura do aparato conservador será apertar ainda mais as turquesas.

Não cabe ilusão, eles vão radicalizar. 

Cozinha-se o governo Dilma, por enquanto, no banho-maria do desgaste capcioso.

Ademais dos esforços para atrair investidores aos projetos prioritários, o governo e seu lastro de forças progressistas só renovarão a confiança da sociedade na sua liderança em 2014 se, de fato, se mostrarem capazes de exercê-la.

O dinheiro de que o país necessita para investir existe. Fundos de investimentos estocam mais de R$ 500 bilhões, para citar uma das gavetas do cofre forte.

A poupança deve servir à sociedade.

Cabe ao Estado induzir a migração do dinheiro ocioso em investimento produtivo, o que requer uma estratégia firme, ancorada no indispensável lastro político. (Leia nesta pág. a reportagem 'Os ultramultimilionários')

Se hesitar ou se acanhar, se renunciar, enfim, ao papel indutor, deixará aberto o espaço para aqueles que deveriam ser conduzidos conduzirem. E escolherem um porta-voz.

Diferentes versões de ‘Capriles Nietos’ já se posicionam sorridentes na gondola pré-eleitoral. Ofertam-se à degustação de um 'Brasil melhor' 

É só escolher e colocar no carrinho. 

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*Obs: nota atualizada dia 19/03, às 13h30.

Postado por Saul Leblon às 20:58

Fonte:  Carta Maior

DILMA LANÇA PACOTE CONTRA A SECA



Entre as medidas estão a desburocratização da aplicação e liberação de recursos, a distribuição e o transporte de ração para áreas de maior dificuldade de chegada dos produtos, a liberação de crédito para o produtor e de verba para a limpeza de barreiras e de barragens, além da perfuração de novos poços artesianos; anúncio, além do caráter administrativo, tem um componente eleitoral: é uma forma de neutralizar Eduardo Campos, que vê no Nordeste a chance de se torna competitivo para as eleições presidenciais de 2014
23 DE MARÇO DE 2013 ÀS 13:34



Valter Lima, do Sergipe 247 – A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciará nesta segunda-feira (25) um pacote de medidas para ajudar as vítimas da seca, que assola toda a região Nordeste e parte do Estado de Minas Gerais. A ação, além do caráter emergencial diante dos problemas causados pela longa estiagem, também tem um componente eleitoral. Será uma das formas da presidente neutralizar as investidas do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidenciável do PSB, na região. Não é sem razão que o anúncio das medidas ocorrerá no Estado do possível adversário de Dilma em 2014.
Entre as ações estão a desburocratização da aplicação e liberação de recursos, a distribuição e o transporte de ração para áreas de maior dificuldade de chegada dos produtos, a liberação de crédito para o produtor e de verba para a limpeza de barreiras e de barragens, além da perfuração de novos poços artesianos. 
De acordo com o deputado federal Rogério Carvalho (PT/SE), em conversa com o Sergipe 247, as medidas são acertadas, pois irão ao encontro das necessidades mais urgentes dos sertanejos. “A desburocratização da aplicação dos recursos é extremamente importante, pois estamos numa situação de anormalidade, de escassez de chuva e de sofrimento humano por causa da dizimação do rebanho, das pastagens e das lavouras. Portanto, não dá para tratar como se tivesse na normalidade, com muita burocracia”, afirmou.
O parlamentar também explicou que a liberação de crédito para o pequeno produtor servirá para que ele possa manter seu rebanho e a perspectiva da sua atividade econômica. Rogério ainda ressaltou que a vinda da ministra Ideli Salvatti a Sergipe na terça-feira (26), para o encontro com prefeitos, também tem a ver com este assunto.
O pacote de ações da presidente para os brasileiros prejudicados pela longa estiagem foi destacado neste sábado (23), na coluna “Painel”, assinada pela jornalista Vera Magalhães, na Folha de S. Paulo. O jornal diz que o anúncio “será um contraponto a medidas adotadas por Eduardo Campos (PSB), potencial adversário de Dilma em 2014, que liberou recursos para 186 cidades”. Completa a publicação: “O Planalto teme ser responsabilizado pelos prejuízos da estiagem. A ministra Ideli Salvatti foi escalada para tranquilizar prefeitos sobre a celeridade dos repasses”.

Inicialmente prevista para durar a segunda-feira inteira, a visita de Dilma foi encurtada, porque ela participará na tarde do mesmo dia da missa na Catedral de Petrópolis, no Rio de Janeiro, em memória às vítimas das chuvas na serra fluminense. Por isto, a agenda em Pernambuco que inicialmente previa compromissos em Recife e Serra Talhada, foi reduzida à apenas a inauguração do Sistema Adutor Pajeú, em Serra Talhada. Não há previsão de encontro reservado entre Dilma e Campos.
Na última vinda ao Nordeste, em 12 de março, quando visitou obras em Alagoas, Dilma já havia dito da necessidade de criação de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da seca. À época, a presidente afirmou que sua equipe estava estudando uma forma de recuperar os rebanhos de animais, muitas vezes, dizimados durante a seca, e disse que insistiria na manutenção de um programa de distribuição de sementes.
Ao Sergipe 247, o deputado federal Rogério Carvalho disse que “essa é uma preocupação hoje que deve ocupar a mente de todos os homens públicos do Brasil”. “A situação é muito grave, o sofrimento dos produtores é muito grande. Estamos tendo já a falta de forragem e de ração, inclusive, para garantir o sustento dos animais. Em algumas áreas do semiárido nordestino já não tem fonte de água a se recorrer, tendo falta até para o consumo humano”, alertou.

Brasil 247

DISCURSOS VERSUS NOVA REALIDADE


José  Dirceu
JOSÉ DIRCEU

A pesquisa CNI sobre o governo Dilma é um banho de água gelada naqueles que, dia a dia, empenham-se em manipular os fatos, na tentativa de vender a falsa ideia de que o Brasil vai mal

A mais recente pesquisa realizada pelo CNI-Ibope sobre a percepção dos brasileiros sobre o governo e a própria figura da presidenta, Dilma Rousseff, mais do que um banho de água fria nos que se antecipam à sua sucessão, é um banho de água gelada naqueles que, dia a dia, empenham-se em manipular os fatos, na tentativa de vender a falsa ideia de que o Brasil vai mal.
O governo Dilma, segundo o levantamento, tem 79% de aprovação, um novo recorde, e apenas 17% de desaprovação. A porcentagem de brasileiros que confia na presidenta é de 75%, e a dos que se mostram otimistas em relação ao restante de seu mandato é de 65%. São números de orgulhar qualquer chefe de Estado comprometido com um projeto de desenvolvimento, cujo objetivo maior é promover a melhoria da qualidade de vida de toda a população.
Mais do que isso, a avaliação muito positiva dos brasileiros em relação à presidenta comprova o quanto a oposição, os já pré-candidatos à Presidência e a própria imprensa estão descolados da realidade do nosso país, alheios ao sentimento popular e nacional. Aliás, a pesquisa nem bem saiu do forno e o desânimo tomou conta desses segmentos. Incomodados com a alta popularidade da nossa presidenta e com o que tal fato significa —o apoio dos brasileiros às reformas promovidas pelo PT nos últimos dez anos—, apressaram-se a tentar explicar o fenômeno com argumentos que variam da mesquinharia à hilaridade.
O senador mineiro Aécio Neves avaliou que o resultado da pesquisa "tem muito a ver com o sentimento momentâneo" e com a "propaganda do governo". E chega ao cúmulo de dizer que essa aprovação é reflexo das conquistas que o governo Fernando Henrique Cardoso alcançou. Aliás, o mesmo roteiro já seguido em anos anteriores por seus colegas de PSDB, a demonstrar que o partido ainda não se encontrou com a realidade nacional.
Procurando minimizar os resultados da pesquisa, especialmente no Nordeste, região onde mais cresceu o número de pessoas que considera o governo da presidenta "ótimo" ou "bom" —de 68% em dezembro para 72% agora—, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, disse que "a pesquisa dá exatamente o resultado que vinha dando" e que "não há alteração".
Estão em seu direito de interpretar da forma como quiserem. Como diz o ditado popular, pior cego é aquele que não quer ver. Além do mais, a pesquisa deve ter caído como uma bomba sobre suas intenções presidenciais, pois reforça que terão uma concorrente que, a despeito do bombardeio midiático contrário, fortalece-se cada vez mais.
Articulistas e colunistas da grande imprensa também se dedicaram a analisar os resultados do levantamento, mas só conseguiram chegar à absurda teoria de que a presidenta Dilma estaria sendo favorecida por suas constantes aparições no noticiário —o que chamam de "mídia espontânea". Isso porque, de acordo com a pesquisa, subiu de 24%, em dezembro, para 38% o número de entrevistados que diz acreditar que o tal noticiário é favorável à presidenta.
Sem desmerecer a impressão dos entrevistados, revelada na pesquisa, não há como não apontar o cinismo dos "analistas" que se valem da percepção popular para procurar escamotear o óbvio: apesar do esforço ferrenho da grande mídia para desconstruir o governo da presidenta Dilma, os brasileiros têm visão e percepção diferente das profundas transformações socioeconômicas realizadas na última década.
Mesmo divulgando inverdades e manipulando as informações para levar a crer, por exemplo, que a inflação está fora de controle, que o país está à beira de um apagão de energia, que as administrações do PT arruinaram a Petrobras, ou que o governo não conseguirá preparar o país para a Copa do Mundo de 2014, os brasileiros percebem concretamente, no cotidiano, as mudanças que estão melhorando a vida do povo: mais emprego, mais renda, conta de luz e cesta básica mais baratas, mais crédito, melhor infraestrutura em diversas áreas como Saneamento e Habitação —além da redução histórica das desigualdades e da luta contra a fome. Aliás, o combate à fome e à pobreza foi apontada na mesma pesquisa como a ação que tem maior aprovação da população (64%), seguida por meio ambiente (57%) e combate ao desemprego (57%).
A estratégia da grande imprensa e da oposição não está funcionando porque o povo brasileiro não é massa de manobra e, fortalecido na garantia de seus direitos, a partir dos governos Lula e Dilma, hoje são protagonistas de um processo de mudanças que está transformando o Brasil em um país mais justo e menos desigual.
Como bem lembrou o senador Lindberg Farias (PT-RJ), em resposta ao discurso do ex-governador Aécio Neves sobre os "fracassos do PT" —mas que vale para toda a oposição—, não é mais possível construir um "discurso competitivo" sem usar os termos "povo", "emprego", "inclusão social".
Nosso país mudou, mas ainda há muito por fazer. Porém, o respaldo à presidenta Dilma em todas as classes sociais e regiões do Brasil renova a confiança de que o país está no rumo certo, enfrentando, um a um, os entraves ao seu pleno desenvolvimento. Resta à oposição, se quiser ser de fato uma alternativa ao projeto que está em curso, apresentar suas ideias, suas propostas, dizer aos brasileiros como pretende enfrentar os problemas que ainda persistem. Afinal, querem governar para ser governo ou para melhorar a vida do nosso povo? O que fariam de diferente daquilo que os governos do PT vêm fazendo e que direção dariam ao nosso país? Essas são perguntas até agora sem respostas, mas que certamente interessam ao conjunto da população.
Fonte:  Brasil 247

quinta-feira, 21 de março de 2013

E SE O FILHO DE LULA FOSSE SÓCIO DE LEMMAN, TUDO BEM?



Pergunta é do jornalista Paulo Nogueira, titular do blog Diário do Centro do Mundo; foi feita nesta quarta-feira 20 após afirmação registrada pelo site Viomundo: "Certas perguntas têm a força de mil respostas, e este é um caso"; ex-redator chefe da revista Exame, Nogueira afirma que tratamento da mídia tradicional para hipotética associação entre filho de Lula e o homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann, seria bem diverso do que está sendo dispensado para o caso real de união de interesses entre filha do ex-presidenciável tucano José Serra e o mesmo bilionário; não seria um massacre o que é agora, para os outros veículos, apenas um discreto pé de página?

 

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