domingo, 7 de novembro de 2010

DUAS FOTOS, DOIS HOMENS, DOIS BRASIS.






Na primeira foto, Luis Inácio Lula da Silva, o melhor presidente que este país já teve. Que, apesar dos erros cometidos por membros do seu governo, será lembrado, principalmente, pelas políticas sociais de atenção aos mais pobres, pela valorização do trabalho e da renda, pela melhoria da vida do povo.

Na segunda foto... A segunda foto dispensa comentários. A imagem fala por si.

by the teacher.  (Nascido na Santa casa de Misericórdia de Santos SP. Pernambucano e Nordestino de coração. Com muito orgulho, com muito amor.)

OU O PSDB CONTROLA SERRA OU SERRA ACABA COM O PSDB.

se for assim não vai dar certo

Postagem em  Luis Nassif on line da conta de que há um disputa interna pelo controle do PSDB e que o grupo ligado ao ex-presidenciável José Serra já articula meios de manter longe do poder do partido e no congresso Nacional o grupo ligado ao ex-governador mineiro Aécio Neves. Já em Gilson Sampaio lemos o texto de Maurício Dias da Carta Capital "Serra vai à guerra" no qual ele afirma que o candidato derrotado não se portará de maneira diferente da qual se portou durante toda a campanha. Isso significa uma oposição virulenta e sem ética, pelo que foi visto nos últimos meses. 

Custa-se   a crer que o PSDB permita que  isso aconteça.  Primeiro, não se consegue   conceber  que os aliados do ex-candidatos dentro do seu partido ainda sejam tão poderosos a ponto de ofuscar, pela força,  a presença de um ex-governador que elegeu-se facilmente para o senado e elegeu seu sucessor, contra o candidato do presidente mais popular de todos os tempos.  Depois, Serra foi  um candidato que centralizou toda a campanha e em alguns momentos  foi contra  o  que moderados do partido queriam, mergulhou o país num processo abscurantista, o que apressou ainda mais sua derrota, transformando aos olhos da sociedade o partido em um aliado do que há de mais retrógrado como a TFP, CCC, radicais do catolicismo e das igrejas evangélicas, xenófobos e racistas. 

O PSDB elegeu governadores em estados importantes, principalmente  Minas e São Paulo. Mas não, seguramente, pela atuação de José Serra, enquanto candidato. Pelo contrário, em São Paulo venceu com cerca de 10% de vantagem (esperava mais)  e em Minas sofreu derrota acachapante (esperava ganhar.) Isso significa dizer que se o partido de Serra se continua de pé depois das eleições, seguramente não é apenas por  causa dele. 

A conclusão a qual tenta se chegar é a seguinte:  Se o PSDB se deixar liderar nacionalmente por José Serra, usando o mesmo tipo de oposição feita até agora contra o governo Lula, ou talvez pior,  vai seguir o caminho do DEM, ou seja, vai acabar.  Vai, porque o recado das urnas foi claro. Queremos discutir o Brasil e seus projetos, queremos as reformas que o Brasil precisa sem abandonar as políticas de recuperação do emprego, da renda, da dignidade das pessoas. Não se admite a democracia sem oposição. Ela é tão necessária quanto o voto. Porém, uma oposição que não reconhece, como até agora não reconheceu, nenhum mérito do governo, minimiza os avanços sociais e se apega apenas ao denuncismo, tendo  a parte podre da mídia como aliada, passa  a imagem de inimiga do povo. Acredito que não foi a toa que a maioria dos senadores que faziam esse tipo de oposição cega e raivosa  não se reelegeu.  Ou o PSDB controla Serra ou Serra acaba com o PSDB.

by the teacher.  (Nascido na Santa casa de Misericórdia de Santos SP. Pernambucano e Nordestino de coração. Com muito orgulho, com muito amor.)

sábado, 6 de novembro de 2010

A MANIPULAÇÃO DO LEITOR POR JORNAL EM PERNAMBUCO.

Folheando, com o estômago embrulhado,  o Jornal do Comercio, deparo-me com a manchete; "Lula, em pronunciamento oficial, ataca a oposição". Como não tinha assistido ao pronunciamento do presidente na TV procurei aqui na blogosfera e o assisti duas vezes. Por incrível que pareça a única frase que o jornal usou para justificar sua manchete foi  "é preciso qualificar o debate político." Só isso. Nada mais. Mandei um email para o jornal externando minha indignação e protestando que a manipulação do leitor com manchetes deste tipo deveria ser enquadrado no crime de propaganda enganosa. Ou Dilma manda para o congresso uma lei que regulamente a comunicação no país ou não governará em paz.

Cópia do e-mail enviado para o jornal:

Venho através deste e-mail protestar contra a manchete da edição deste sábado 06 de novembro: "Lula, em pronunciamento oficial, ataca oposição." ao ler a matéria percebi que a única frase que este jornal usou para justificar a manchete foi " é preciso qualificar o debate político." Assisti ao pronunciamento do Presidente da Republica, Luis Inácio Lula da Silva e não vi em nenhum momento ataques à oposição nem a ninguém, muito menos nesta frase, uma vez que ao qualificar o debate, presume-se que todos os debatedores, não há debate apenas com um lado, precisam melhorar. A manipulação do leitor, atráves de manchetes chamativas que não se justificam no corpo do texto lido,  deveria se enquadrar  no  crime de propaganda enganosa.  A liberdade de imprensa, uma das maiores conquista do regime democrático,  deve se usada para que a imprensa tenha o direito de informar e mesmo criticar livremente quem quer que mereça, mas não pode ser usada para a manipulação não disfarçada do leitor. 

P.S não mandei este e-mail para a seção do leitor por achar, obviamente,  que ele não será publicado.

P.S 1. O texto original fica arquivado automaticamente na caixa de e-mail


Severino Ramos Barbosa Pereira.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

SP: PROTÓGENES 94.906 VOTOS; TIRIRICA 1.353.820 VOTOS. PENSE NUM ELEITOR QUE SABE VOTAR!!


Paulistano: em quem você votou??


É claro que nós sabemos que o povo do estado de São Paulo não compartilha com o pensamento desses "skin heads"  travestidos de internautas. O povo do sul do país não é melhor nem pior do que o povo nordestino. Somos todos brasileiros, isso é o que somos. Pensamento diferente e minorias radicais sempre haverá, embora não possamos, evidentemente, concordar com manifestação que agridam a lei e a tolerância entre pessoas. Portanto, os rigores da lei para os racistas, xenófobos e pronto. A população sulista, como já disse, em sua maioria não compactua com isso. 
Agora. uma coisa é um coisa... No quesito voto e eleição temos que parar  para pensar. É claro que talvez a intenção do eleitor ao dar quase um milhão e quatrocentos mil votos ao palhaço Tiririca foi, talvez, de protestar o seu incoformismo com a política. Mas, eleitores que somos não podemos reduzir nosso inconformismo a este tipo de votos. Aqui em Pernambuco, um dos  candidatos a deputado estadual foi um cantor de grande sucesso no nordeste e no Brasil e queridíssimo pelo eleitor pernambucano,  Reginaldo Rossi, e  não foi eleito. Não tinha que ser apenas por ser nosso ídolo! Outro candidato, eleito pelo voto evangélico, cujo desempenho com federal foi  bastante criticado pelo seu próprio eleitorado, O Negrão Abençoado, não se reelegeu.  Preconceito e xenofobia à parte,  o eleitor do estado de São Paulo precisa fazer sua auto-crítica e se perguntar porque deu seu voto a um candidato que foi ao guia eleitoral dizer que não sabia o que faz um deputado federal mas quando soubesse lhe contaria ; que afirmou que iria ajudar a todos, começando por sua família!  Não tenho nada contra o comediante, que como artista,  ganha o seu pão honestamente. Mas nem em Pernambuco não em nenhum estado da federação daria meu voto a este tipo de candidato, por mais decepcionado que estivesse com a política. Portanto, para resumir, o eleitor de São Paulo que acredita que o voto em Dilma foi fruto de uma falta de consciência política, em qualquer que seja o estado, tem que começar a conversar o consigo mesmo ou com seu vizinho que depositou seu voto em Tiririca para entender a razão desse voto. Acredito que dificilmente esse conversa resultará  na conclusão de que  tenha sido um  voto  dado com consciência e seriedade.

The teacher.  (nascido na Santa Casa de Misericórdia de Santos, São Paulo.  Pernambucano e Nordestino de coração. Com muito orgulho, com muito amor)

SP: PROTÓGENES 94.906 VOTOS; TIRIRICA 1.353.820 VOTOS. PENSE NUM ELEITOR QUE SABE VOTAR!!

Paulistano: em quem você votou??


É claro que nós sabemos que o povo do estado de São Paulo não compartilha com o pensamento desses "skin heads"  travestidos de internautas. O povo do sul do país não é melhor nem pior do que o povo nordestino. Somos todos brasileiros, isso é o que somos. Pensamento diferente e minorias radicais sempre haverá, embora não possamos, evidentemente, concordar com manifestação que agridam a lei e a tolerância entre pessoas. Portanto, os rigores da lei para os racistas, xenófobos e pronto. A população sulista, como já disse, em sua maioria não compactua com isso. 
Agora. uma coisa é um coisa... No quesito voto e eleição temos que parar  para pensar. É claro que talvez a intenção do eleitor ao dar quase um milhão e quatrocentos mil votos ao palhaço Tiririca foi, talvez, de protestar o seu incoformismo com a política. Mas, eleitores que somos não podemos reduzir nosso inconformismo a este tipo de votos. Aqui em Pernambuco, um dos  candidatos a deputado estadual foi um cantor de grande sucesso no nordeste e no Brasil e queridíssimo pelo eleitor pernambucano,  Reginaldo Rossi, e  não foi eleito. Não tinha que ser apenas por ser nosso ídolo! Outro candidato, eleito pelo voto evangélico, cujo desempenho com federal foi  bastante criticado pelo seu próprio eleitorado, O Negrão Abençoado, não se reelegeu.  Preconceito e xenofobia à parte,  o eleitor do estado de São Paulo precisa fazer sua auto-crítica e se perguntar porque deu seu voto a um candidato que foi ao guia eleitoral dizer que não sabia o que faz um deputado federal mas quando soubesse lhe contaria ; que afirmou que iria ajudar a todos, começando por sua família!  Não tenho nada contra o comediante, que como artista,  ganha o seu pão honestamente. Mas nem em Pernambuco não em nenhum estado da federação daria meu voto a este tipo de candidato, por mais decepcionado que estivesse com a política. Portanto, para resumir, o eleitor de São Paulo que acredita que o voto em Dilma foi fruto de uma falta de consciência política, em qualquer que seja o estado, tem que começar a conversar o consigo mesmo ou com seu vizinho que depositou seu voto em Tiririca para entender a razão desse voto. Acredito que dificilmente esse conversa resultará  na conclusão de que  tenha sido um  voto  dado com consciência e seriedade.

The teacher.  (nascido na Santa Casa de Misericórdia de Santos, São Paulo.  Pernambucano e Nordestino de coração. Com muito orgulho, com muito amor)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SERRA NÃO CONSEGUIU IDENTIFICAR SEUS ELEITORES

 Brilhante análise de Maria Inês Nassif sobre o PSDB de Serra e de como   eles não conseguiram, pelo menos nas três últimas eleiçõe ultrapassar as fronteiras de São Paulo nem se afastar do discurso  conservador



Uma das razões da derrota do candidato das oposições, José Serra (PSDB), foi a enorme dificuldade que teve de identificar quem eram seus eleitores. Um campanha sem debate de programa de governo favorece a situação - a administração já está lá e o eleitor identifica ideologias, intenções e opções de políticas públicas.

por Maria Inês Nassif para o Valor Econômico


Para um candidato de oposição, atirar a esmo na questão programática pode ser letal. A campanha deixa de ser debate político e passa a ser promessa. E promessa não conta para qualificar um candidato como representante de um setor social.

O PSDB e José Serra terão de decidir, definitivamente, que corneta tocam. O partido caminha para a direita desde os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002), ocupou esse espaço no setor social correspondente, mas tem feito um suco ideológico na hora de ir para as urnas que não se mostra muito eficiente. O ex-presidente FHC tem razão numa coisa: o PSDB, de fato, tem que assumir sua real posição no cenário político, e essa posição tem a marca indelével de oito anos de seu governo, com todas as opções que fez de política econômica, monetária e de não-políticas públicas.

Esconder os oito anos de Fernando Henrique Cardoso é quase como apagar o partido da história. Foi nesse período que o PSDB cultivou uma base social identificável, conservadora, de alta renda e alta escolaridade, muito concentrada em São Paulo, à qual se somam uma classe média paulista que sempre deu votos a Paulo Maluf com prazer, e manteve um Orestes Quércia até que o PMDB do Estado fosse reduzido à inanição. A grande maioria dos quadros tucanos, que foi criada como social-democrata, fez essa transição sem grandes crises, amortecida pela ideia de que o único progressismo vinha do neoliberalismo - o Brasil moderno passava pela redução do Estado e pela autorregulação dos mercados. Foi com essa bandeira que o partido firmou-se no Estado mais rico da Federação, São Paulo, o centro nevrálgico do partido de José Serra. Foi aqui que o tucanato conquistou empresários, banqueiros e uma classe média altamente conservadora. Aqui o PSDB amoldou o seu eleitor típico. E foi com os olhos paulistas que a campanha de Serra à Presidência foi feita.

As três derrotas do PSDB nas eleições presidenciais de 2002, 2006 e 2010 decorrem de uma enorme dificuldade do partido paulista atender a um eleitorado majoritariamente conservador do Estado e, ao mesmo tempo, ganhar os votos necessários no resto do país para ganhar a eleição. A tentativa de unir essas duas necessidades - manter votos conservadores e atrair votos do povão beneficiado nos governos Lula - deu um nó na campanha serrista. As promessas de aumento real do salário mínimo, 13º salário para o Bolsa Família e aumento real das aposentadorias conviveram com o uso do tema aborto para acuar a candidata petista - ao agrado da elite paulista - ou pelas lembranças do passado de Dilma - a gosto de parcelas da classe média de São Paulo, que chegavam a trocar e-mails acusando a presidente eleita de "assassina".

Esse imbróglio ideológico resultou numa campanha que fugiu do debate pelo simples fato de que o PSDB não tinha programa. Não encontrou alternativas para se contrapor a um governo que terminou popular - o que nesse país é uma coisa rara - e não encontrou nada melhor para fazer do que dizer que ia fazer o mesmo que o partido que combateu de forma tão vigorosa. O conteúdo moral aplicado à campanha foi a diferenciação proposta ao eleitor.

A hegemonia paulista do PSDB provocou mais estragos do que trouxe votos no resto do país. O partido não consegue, com esse discurso, ultrapassar uma barreira de rejeição que o PT carregou até as eleições de 2002. O "até logo" de Serra, no discurso em que reconheceu a derrota, pode ter sido a sinalização da manutenção dessas contradições internas que se originam fundamentalmente nos quadros paulistas do PSDB e que dificultam a proximidade de seu discurso com setores de menor renda e menor escolaridade, que são a maior parte do eleitorado brasileiro. O isolamento do PSDB paulista em relação ao resto do partido tem cobrado seu preço, que é pago de forma socializada pelo partido nacional.

O país tem passado por profundas transformações. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quer pela facilidade com que conversa com as classes populares, quer pelo sucesso de uma política de distribuição de renda, mudou o padrão de relacionamento da política com a população de baixa renda. Os partidos, em geral, serão obrigados a se adaptar a essa nova realidade. Essa realidade inclui também uma redução da força política relativa do Estado de São Paulo e de suas elites. Redução de concentração de renda resulta, de forma quase que automática, em uma redistribuição regional das riquezas nacionais. Um partido que não for realmente nacional, ou não tiver apoios e uma visão nacionalizada, dificilmente conseguirá angariar os votos necessários para se eleger num pleito nacional.

As três últimas eleições acirraram as divergências na base social - polarizaram a eleição entre duas forças e o PT firmou-se na posição social-democrata antes pleiteada pelo PSDB, enquanto o partido de Serra assumia o eleitorado conservador. Nos momentos de grande radicalização da campanha, o conservadorismo parece que vai tomar o eleitorado menos escolarizado. Um fato a ser lembrado, e estudado, todavia, é que essas três eleições acabaram se sobrepondo ao preconceito que é estimulado, nas bases, para favorecer um candidato conservador. O conservadorismo está fazendo mais barulho do que produzindo resultados. Como democracia é alternância de poder, isso um dia muda. Por enquanto, ficamos assim: duas eleições de um ex-metalúrgico e uma eleição de uma mulher que militou em grupos que defendiam a luta armada durante a ditadura. O preconceito, ao menos nessas vezes, não surtiu resultado.

DEIXEMOS QUE LADREM!

Combater esse pessoal não vai ser fácil!

As notícias que nos chegam a partir da minoria de derrotados e de parte da imprensa golpista acerca de um terceiro turno já eram esperadas. Já bem antes das eleições o braço armado da direita raivosa, o PIG, já questionava a capacidade de Dilma governar sozinha ou ser tutelada por Lula, bem como a maioria que ela teria no Congresso, para legislar como e sobre o que bem quizesse. É natural que seja assim. Esse tipo de gente não aceita o resultado das urnas, simplesmente porque não as atura. Para eles eleições são uma aberração que inventaram para que pessoas que não são da sua classe, despreparadas,  pudessem eleger outros despreparados. O que Lula, Dilma e o PT tem a fazer é deixar que ladrem sós. Escrevam o que quizerem, falem o que quizerem. O presidente terminar seu governo em paz e com tranquilidade, a presidenta eleita montar a sua equipe e se preparar para a partir de primeiro de janeiro de 2011 tocar os projetos que o Brasil precisa. Quanto a nós aqui na blogosfera, parece que não teremos descanso. Vamos continuar aqui entrincheirados a combater o PIG e seus  cães  raivosos. Bom começo de luta para todos os companheiros.

The teacher.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

ESTAGIÁRIA QUE QUERIA MATAR NORDESTINO AFOGADO FOI DEMITIDA.

A estagiária de direito Mayara Petruso, que teria começado a série de ataques a nordestino na rede social twitter logo após a vitoria de Dilma foi demitida pelo escritório de advocacia no qual trabalhava, segundo o  Blog do Favre. Além disso a OAB de Pernambuco vai entrar com representação contra a estudante por crime de xenofobia e racismo. A ação é mais que pertinente, uma vez que não se admite este tipo de posicionamento dentro de um mesmo país. Aqueles que nasceram no sul do país não são melhores nem piores do que aqueles que nasceram em outras regiões e vice-versa. Outra coisa que merece ser destacada é que essas pessoas não são maioria na região sul e formam um grupo restrito de pessoas com mente menor. Não obstante,  os rigores da lei devem ser acionados contra essa gente. Todos aqueles que emitiram opiniões ofensivas e ameaçaram, ainda que de brincadeira, os nordestino com qualquer constrangimento físico, como foi o caso da estudante Mayara, têm que enfrentar a justiça. Se não,  nos depararemos com uma corrente de ódio e intolerância contra nossos próprios irmãos, o que é inadmissível. 

P.S: Além de intolerantes são ruins de matemática. Foi fartamente divulgado no noticiário de hoje e nos blogs que ainda que se anulassem os votos de Serra e Dilma no Nordeste, ela venceria com a diferença de um milhão de votos! O nordeste serviu apenas para aumentar o tamanho da lapada. 

P.S 1.  Agora que ela está com raiva de nordestino mesmo! 

The teacher.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

NÃO SE TRATA DE CAÇA ÀS BRUXAS, MAS QUEM COMETEU CRIME ELEITORAL OU QUALQUER OUTRO TIPO DE CRIME TEM QUE SER RESPONSABILIZADO.

prova de um crime.

Vitória de Dilma. Eleições passadas. É hora de baixar a adrenalina e colocar a cabeça no lugar. No seu primeiro pronunciamento à nação como candidata eleita Dilma Rousseff, como tinha que ser, estendeu a mão à oposição e à parte da sociedade que não votou no seu projeto. Isso é natural, Serra teria feito o mesmo. Faz parte do jogo democrático. Agora, durante todo o processo da campanha foram cometidas atitudes que vão de encontro não só ao que se esperava de pessoas civilizadas no embate de uma campanha, como também em alguns momentos a lei eleitoral e o próprio código civil foi desrespeitado. A calúnia, o envio de e-mails apócrifos, a distribuição de panfletos, a farsa do segundo artefado que não existiu, muitas destas coisas constituem afronta a lei. É preciso que o Partido dos Trabalhadores analise aquilo que realmente feriu a lei e responsabilize os seu culpados, sem medo de ser chamado de vingativo ou qualquer bobagem do tipo. Se cometeu crime, tem que enfrentar a lei, com o sagrado  direito a  defesa. Desarmar-se  após uma campanha tão acirrada é não só importante como necessário, fechar os olhos a praticas ilegais é ser conivente com criminosos. 

The teacher.
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