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sábado, 28 de julho de 2012

"Mensalão": a mídia golpista quer sangue



Por DiAfonso
Todas as investigações sobre o escândalo – na Polícia Federal, em CPIs, na imprensa – produziram provas. Em cima delas, os juízes decidirão o destino dos réus

Assim, a revista Época resume matéria em que trata da Ação Penal 470 ou, simplesmente, "Mensalão" [do PT, que fique claro!]. 

Há de se perguntar se as "provas produzidas na imprensa" têm a credibilidade da Veja, de O Globo, da Folha de S.Paulo, do Estadão e da própria Época. Sim, porque, quando donos de veículos de comunicação [leia-se, Roberto Civita] e jornalistas agem como bandidos [leia-se Policarpo Jr. e Gustavo Nogueira Ribeiro], fica difícil tomar tais investigações jornalísticas como parâmetro para um julgamento justo e isento das interferências políticas a que estarão sujeitos os réus [na verdade, eles já foram condenados por uma mídia que julga e condena à revelia das instâncias jurídicas].  

Vale notar, ainda, a "disposição" de certos ministros do STF [leia-se, sobretudo, Gilmar Mendes] em se aliarem ao que de mais podre existe nessa elite apeada do poder pelo voto popular.

Noutros tempos, é preciso destacar, o Grupo Folha tornou-se mais do que bandido, ao ceder seus carros para torturadores do regime militar.

Esta é a mídia que produz provas para um julgamento no STF...

domingo, 6 de novembro de 2011

Folha, Estado, Veja e televisões minimizam corrupção em SP


No último dia 12 de outubro, este blog cobriu ato público “contra a corrupção” que começou no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, e terminou no “Centro Velho” da cidade, na praça Ramos de Azevedo, diante do Teatro Municipal de São Paulo. A matéria reproduziu respostas a um questionário que esta página apresentou aos manifestantes. Aquele questionário foi elaborado de forma a identificar possível viés político-partidário e ideológico nos integrantes da manifestação.
 
Das 27 entrevistas feitas com os manifestantes, 26 apontaram forte viés político-partidário, deixando ver que o que ocorria ali era produto de campanha de partidos e entidades de oposição ao governo federal. Dessas 26 entrevistas que apuraram esse fato, sete se estenderam em breves conversas entre o entrevistador e os entrevistados. Só não foram relatadas antes porque o blog esperou pelo contato com fonte da Assembléia Legislativa que só ocorreu na semana passada.

Naquelas conversas com os manifestantes “contra a corrupção”, eles foram perguntados sobre se também estavam protestando contra o escândalo das emendas parlamentares na Assembléia Legislativa de São Paulo. Apesar de o entrevistador ter percebido que um dos entrevistados se fez de desentendido, os outros seis pareceram sinceros ao declararem que não sabiam de nada sobre esse escândalo, o que pode ser explicado pela discretíssima e rara cobertura do assunto pela imprensa.

Para quem não sabe, aliás, explica-se que há três meses o deputado estadual Roque Barbiere (PTB-SP) denunciou que ao menos “um terço” dos deputados estaduais paulistas “venderiam” a “prefeitos e empresas privadas” as emendas parlamentares ao Orçamento que os governos tucanos do Estado há muito distribuem a aliados e até a um pequeno contingente de deputados “de oposição” que fontes da AL informaram ao blog (na semana passada) que são tão governistas quanto os deputados assumidamente da base do governo.

Por conta disso, a base de apoio do governo Alckmin na AL-SP está conseguindo enterrar mais esse escândalo. Na última quinta-feira, os deputados governistas conseguiram derrubar, por seis votos a dois, o funcionamento do Conselho de Ética. Segundo um funcionário da AL (que preferiu não se identificar) ouvido pelo blog no último sábado, sem uma divulgação da imprensa igual à que é feita em relação a ministros do governo Dilma investigação relevante e profunda alguma ocorrerá, como nenhuma ocorre há muito tempo em São Paulo.

A explicação que esses veículos dão em off (através de alguns de seus jornalistas que freqüentam redes sociais como Twitter ou Facebook e entram em debates com quem questiona a omissão da imprensa nos escândalos tucanos) é a de que são escândalos “regionais” e que, por isso, receberiam cobertura tão “diferenciada”, um claro eufemismo para cobertura omissa porque, a bem dos fatos, não há, em relação ao PSDB, o jornalismo “investigativo” que chega a tentar invadir domicílios em busca de “provas” contra pessoas ligadas ao governo federal.

A cobertura e fiscalização pífias da imprensa em relação ao comportamento da oposição ao governo Dilma nos Estados em que essa oposição é governo – como em São Paulo ou em Minas Gerais – se dá sob o argumento de que seriam assuntos “regionais”. Todavia, tal falácia pode ser facimente desmontada meramente lembrando o que era feito pela imprensa quando a petista Marta Suplicy ou a ex-petista Luiza Erundina governaram a capital paulista. Então, críticas e denúncias ganhavam manchetes quase diárias nos jornais supracitados e nos telejornais de alcance nacional.

A imprensa, por essa razão, não investiga o escândalo das emendas parlamentares em São Paulo, um escândalo que lança suspeitas sobre os governos tucanos que se encastelaram no poder desse Estado há quase vinte anos, suspeitas comparáveis às que desencadearam o escândalo do mensalão federal porque insinuam que os governos tucanos paulistas subornam deputados para obterem deles favores em votações na Assembléia Legislativa.

À diferença das matérias investigativas que veículos como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e a revista Veja passaram a fazer todos os meses contra o governo federal desde o começo do governo Lula e que neste ano ganharam uma intensidade nunca vista em anos anteriores, com trabalhos de investigação se sobrepondo em várias frentes simultâneas, nenhuma das matérias sobre o governo de São Paulo, na última década, partiu da imprensa, mas, sim, da repercussão de denúncias antigas que circulam entre os aliados do governo federal ou da repercussão de investigações no exterior.

O caso Alstom é um exemplo. Contém denúncias sobre propina que teria sido paga pela empresa francesa Alstom a vários políticos do PSDB, entre eles o ex-governador Mario Covas, já falecido, e o atual governador de São Paulo, Geraldo Alkmin. As raras matérias que saíram na imprensa brasileira foram “chupadas” da mídia internacional, de veículos como Wall Street Journal e Der Spiegel, entre outros. A imprensa brasileira mesma, não investiga nada sobre esse caso.

Todavia, é um caso gravíssimo. Trata-se de escândalo que envolve muitos milhões de dólares e que tem alcance internacional. Fora do Brasil, as notícias correm soltas.  O assunto é tão sério que está sendo investigado pelo ministério público da Suíça, onde estão arrolados os nomes dos políticos tucanos aqui citados e de outros brasileiros envolvidos.

De acordo com o que consta em documentos enviados ao Ministério da Justiça do Brasil pelo ministério público da Suíça, no período que vai de 1998 a 2001 pelo menos 34 milhões de francos franceses teriam sido pagos em propinas a autoridades do governo do Estado de São Paulo através de empresas offshore (empresas criadas em paraísos fiscais, onde gozam de sigilo de suas contas bancárias que dificultam investigações).

Segundo o ministério público suíço, os pagamentos teriam sido feitos utilizando-se do esquema de contratos de “consultoria de fachada”. O valor das “comissões” supostamente pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos pelo governo de São Paulo chegaria a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Segundo o Ministério Público da Suíça, pelo cruzamento de informações esses trabalhos de “consultoria” foram considerados como sendo fictícios.

No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estava à frente da Secretaria de Energia de São Paulo o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn, que deixou o cargo em janeiro de 1998 ao assumir a direção geral da Agência Nacional do Petróleo. O atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, também estão envolvidos.

Para que se tenha uma idéia da enormidade do caso e para que se possa mensurar a enormidade da minimização que a imprensa brasileira faz dele, O TCE (Tribunal de Contas do Estado) julgou irregular uma compra de 12 trens da Alstom no valor de R$ 223,5 milhões feita sem licitação pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), empresa do governo de São Paulo. O contrato foi assinado em 28 de dezembro de 2005, no governo de Geraldo Alckmin.

Pergunta: você se lembra, leitor, de quando foi a última vez que recebeu uma única notícia sobre esse caso?

O caso Alstom é apenas um dos muitos casos de corrupção que pesam sobre o partido que há quase duas décadas governa o segundo orçamento da União, o de São Paulo, que, como se sabe, é maior do que os orçamentos da maioria dos países da América Latina. Imagine o leitor o que faria a imprensa brasileira se houvesse um escândalo internacional contra o PT.

A imprensa daria ajuda inestimável ao ministério público suíço usando contra o PSDB esse “jornalismo investigativo” que descobre “provas” contra petistas e aliados toda semana. Contudo, é escandaloso o total desinteresse da imprensa brasileira sobre qualquer pedido de CPI entre as dezenas deles que hibernam nas gavetas da Assembléia Legislativa de São Paulo, que, agora se sabe, vem sendo banhada pelos impostos dos paulistas que acabam escorrendo para o setor privado através de nada mais, nada menos do que… ONGs.

É possível concluir, então, que a única forma de os governos federal, estadual e municipal serem fiscalizados pela imprensa é sendo governos petistas, pois só estes são alvos de investigação da imprensa. Essas campanhas “jornalísticas” contra ministros, com manchetes de capa e de primeira página tomando os telejornais todos os dias e com a Justiça sendo célere, só ocorrem desse jeito. Votar no PSDB, portanto, significa conceder a políticos uma espécie de licença para roubar sob as barbas da imprensa e da Justiça.

sábado, 10 de setembro de 2011

BESSINHA ANALISA O 11 DE SETEMBRO E OS "NEOLIBELÊS"



O Bessinha, como se sabe, tem especial admiração pelos neolibelês (*).

NEOLIBELÊ (*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

sábado, 27 de agosto de 2011

DIRCEU VAI PROCESSAR A VEJA. E O ZÉ CARDOZO?



    Publicado em 27/08/2011
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Na foto do Bessinha, o detrito de maré baixa



Este ansioso blogueiro recebeu a informação de que o ex-Ministro José Dirceu vai processar a Veja, o detrito de maré baixa, nesta segunda feira.

Veja tentou invadir o apartamento dele, num hotel em Brasília.

Este ansioso blogueiro há três semanas recebe de graça, em casa, um exemplar do detrito.

Desta vez, em lugar de jogar fora, abriu, para ver a reportagem em questão.

A “reportagem” não tem um fiapo de informação.

É só opinião.

E pior: a “prova” do crime são imagens tiradas da câmera de segurança do hotel, postada no corredor que leva ao apartamento de Dirceu.

Este ansioso blogueiro também costuma se hospedar nesse hotel, quando é obrigado ao suplício de pernoitar em Brasília.

E ligou para lá.

Não conseguiu, como queria, falar com o Supervisor.

Falou com simpática funcionária da recepção.

Perguntei se a Veja teve ou terá acesso às imagens de quem entra no meu apartamento.

Se essas imagens são públicas.

Ela respondeu que não.

Isso precisará ficar claro numa investigação policial, que acompanhe o processo movido pelo ex-Ministro José Dirceu.

A Veja já foi longe demais. 

Está na sobrevida.

Vamos ver o que tem a dizer o notável Ministro da Justiça, o Zé Cardozo.

Vote no Sim e no Não: Zé Cardozo vai se coçar, vai investigar a Veja ?

Em tempo: são obras da Veja: 

- Inventar que as FARCs financiavam ou eram financiadas pelo Lula, o que a própria embaixada americana,  no WikiLeaks, desmentiu;

- Numa obra a quatro mãos, um jornalista de nome Marcio Aith e Daniel Dantas produziram uma reportagem que revelava as contas secretas do Presidente Lula e do Ministro da Justiça em paraísos fiscais; 

- Denunciou o áudio do grampo sem áudio, com que o ex-Supremo Presidente Supremo do Supremo e o ex-ministro Nelson Johnbim (o da babá eletrônica) derrubaram o ínclito delegado Paulo Lacerda da ABIN (para gáudio de certo banqueiro condenado).

Em tempo 2: o sr. Rogério Tonato, gerente do hotel Naoum, telefonou para este ansioso blogueiro às 20h40 deste sábado e informou que já consultou os advogados do hotel para estudar como processar a revista Veja. Ele informou que o hotel existe há 22 anos e que isso jamais aconteceu. 


Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 26 de outubro de 2010

AMAURY JR. DIVULGA DENÚNCIAS DE OPERAÇÕES ILEGAIS ENVOLVENDO PSDB

Terça-feira, 26 de outubro de 2010



Após prestar depoimento na PF para esclarecer quebra de sigilo fiscal motivada por disputa dentro do PSDB, jornalista adiantou parte do livro sobre as privatizações da era FHC


São Paulo – O jornalista Amaury Ribeiro Júnior divulgou carta à imprensa em que dá os primeiros indícios de que houve pagamento de propinas em vendas de empresas estatais durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

A carta é acompanha por cópias de documentos obtidos legalmente e referem-se a investigações da CPMI do Banestado sobre operações financeiras realizadas entre 1998 e 2000. Depósitos que ultrapassam os US$ 1,2 milhão em bancos estrangeiros, ligam os nomes de José Serra, Daniel Dantas e Tasso Jereissati a práticas irregulares, em especial no ano de 2002 - quando Serra foi candidato derrotado a presidente da República - e à venda de empresas como a Telebrás.

O material é parte do livro que o jornalista promete lançar após as eleições presidenciais, em que conta detalhes sobre as vendas das estatais nacionais durante o governo de FHC, muitas delas com a atuação direta do atual candidato José Serra.

Veja  aqui  reprodução de documentos levantados pela CPMI do Banestado.

Veja aqui a segunda parta da reprodução de documentados levantados pela CPMI do Banestado.

Indiciamento      


Após o jornalista Amaury Ribeiro Júnior prestar depoimento na segunda-feira (25) à Polícia Federal, que durou quase sete horas, o advogado dele, Adriano Bretas, informou que o cliente foi indiciado por quatro crimes: violação de sigilo funcional, uso de documento falso, oferecimento de vantagem à testemunha e corrupção ativa.

Segundo Bretas, Ribeiro Júnior negou todas as acusações e de que seja um dos principais responsáveis pelo vazamento de dados da Receita Federal referentes a pessoas ligadas ao PSDB, entre eles, o candidato do partido à Presidência da República, José Serra.

O caso voltou a ganhar força depois de o processo da PF ter mostrado, dias atrás, que as violações surgiram a partir de disputas internas pela candidatura à presidência, entre os ex-governadores Aécio Neves (MG) e José Serra.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: O Terror do Nordeste

domingo, 3 de outubro de 2010

"THE FIGHTER STILL REMAINS!!"


esta luta está perto do fim e será com vitória
Com este verso da música "the boxer" de Simon e Garfunkel, no título do "post",  despeço-me neste que foi um domingo triste para todos aqueles que acreditam e lutam pela democracia neste país. Ao contrario do que muitos imaginam e o PIG anunciará aos quatro ventos,  o que se viu hoje  foi só em parte uma festa da democracia. O povo sair de casa para exercer o direito do voto é sem dúvida motivo de alegria para nós que lutamos por isto. Mas ofusca um pouco o brilho desta festa saber que parte destes brasileiros  votaram em uma candidata não por acreditar em seu programa mas porque foram  induzidos a isso no momento em que a  outra candidata foi  bombardeada durante semanas por denúncias,  não comprovadas até o momento, e boataria das mas sórdidas. Até que ponto o voto dos cidadãos que deixaram de votar em Dilma pelos motivos citados votaram realmente com consciência?Tenho minhas dúvidas. 
Mas não há de ser nada não. Desde o começo sabíamos que a luta seria difícil e como li hoje aqui neste  blogomundo "a batalha será dura e sangrenta" perdão, a esta altura não me recordo a fonte. Mas ela será vencida por aqueles que sonham com um país melhor e mais justo, tenho certeza porque "Deus é pai, não é padrasto" (dito popular, com todo respeito aos padrastos.). Finalizo aludindo novamente  ao título deste "post", versos da linda musica "the boxer": "I am leaving, I am leaving but the fighter still remains". Estamos apenas saindo do ringue para respirarmos um pouco. Mas o lutador que há em cada um de nós permanece e nunca se rende. 
Abaixo os que manipulam o povo!
Dilma Presidente!
Viva o Brasil!

by the teacher
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