domingo, 15 de agosto de 2010

O "CIDADÃO KANE" ATACA NOVAMENTE

                       Na foto, o ex-ator que hoje é diretor de jornalismo

Lendo em Luis Nassif Online, aqui, o ótimo texto "A vez de jogar a Época na lama" que faz a referência a reportagem de capa do semanário das organizações Globo, na qual são feitas perguntas, as mais meigas possíveis, sobre o passado de Dilma Roussef chegamos a conclusão de que esta guerra está muito longe do fim e de que o inimigo  não se entregará facilmente nem jogará de maneira limpa. As diversas tentativas que o "Partido da Imprensa Golpista" , ou PIG,  tem feito até agora para manipular a vontade do povo não surtiram efeito: A ficha falsa de Dilma, O ex-prisioneiro que disse ter sido abusado pelo Presidente Lula quando estavam em uma prisão, os ataques à Petrobrás, A celeuma da fabricação de dossiês a partir do Comitê Central da campanha do PT nada dissso deu certo. A "Época" retoma um tema que a oposição e o PIG, através da FSP., já tentaram explorar antes que foi recorrer ao passado de Dilma. Muitos "post"  têm sido colocados na rede  dizendo que isto não dará em nada e, até certo ponto, concordo com eles. Mas a discussão não é essa! O problema maior é que estamos num país que se diz já maduro democraticamente. Onde as instituições se dizem consolidadas, onde órgãos como a OAB se preocupam até com a licença médica de um Ministro do STF(estou falando da celeuma envolvendo o Ministro Joaquim Barbosa). Então a pergunta que cabe é: Não há nenhuma instituição neste país capaz de questionar esta atitude de alguns órgãos da imprensa? Pode jornais, telejornais e revistas agirem de modo francamente parcial em favor de um único candidato? Há democracia  nessas atitudes? a justiça está sendo feita e o direito inalienável à informação que o cidadão tem está sendo respeitado? Acho que não. A atuação nos domínios da Internet tem sido exemplar. o próprio Presidente Lula manifestou isto em forma de vídeo. Mas será que isso é suficiente? Não será a hora de levarmos o que está acontecendo na imprensa brasileira para o conhecimento daqueles que não têm acesso à blogosfera? Também acho que sim. A grande pergunta, que talvez seja respondida em outro "post" é: como? Como combateremos no mundo real uma rede de televisão, um jornal, uma rádio? Que estratégia será usada? Não tenho respostas. Mas tenho uma certeza: ou os que se sentem indignados e prejudicados com esse estado de coisas encontram soluções para este verdadeiro atentado aos princípios da democracia ou estaremos fadados a, em toda eleição,  ficarmos com o coração na mão, temendo que o vitorioso seja não o escolhido pelo povo, mas o escolhido pelo "quarto poder".
by "the teacher"

O MUNDO VAI ASSISTIR PASSIFICAMENTE A MAIS UM HOLOCAUSTO?

As mentiras sobre Hiroshima são as mentiras de hoje

por John Pilger 
 
No aniversário do lançamento da bomba atómica sobre Hiroshima, a 6 de Agosto de 1945, John Pilger descreve a 'sucessão de mentiras' desde a poeira daquela cidade destruída até às guerras de hoje – e à ameaça do ataque ao Irão.
 
 
 
Quando fui a Hiroshima pela primeira vez, em 1967, ainda ali se encontrava a sombra nos degraus. Era uma imagem quase perfeita de um ser humano descontraído: as pernas esticadas, as costas dobradas, uma mão na cintura, enquanto estava ali sentada à espera que o banco abrisse. Às oito e um quarto da manhã de 6 de Agosto de 1945, ela e a sua silhueta ficaram gravadas a fogo no granito. Fiquei a olhar para aquela sombra durante uma hora ou mais, depois desci até ao rio e encontrei um homem chamado Yukio, que ainda tinha gravado no peito o padrão da camisa que vestia quando caiu a bomba atómica.

Ele e a sua família ainda viviam numa cabana enterrada na poeira de um deserto atómico. Descreveu um gigantesco clarão sobre a cidade, "uma luz azulada, como um curto-circuito eléctrico", depois do que soprou um vento como um tornado e caiu uma chuva negra. "Fui atirado ao chão e só reparei que os pés das minhas flores tinham desaparecido. Estava tudo calmo e silencioso e, quando me levantei, as pessoas estavam todas nuas e não diziam uma palavra. Algumas delas não tinham pele, outras não tinham cabelo. Tive a certeza de que estava morto". Nove anos depois, quando lá voltei e o procurei, ele tinha morrido com leucemia.

Imediatamente depois da bomba, as entidades aliadas de ocupação proibiram qualquer referência ao envenenamento por radiações e afirmaram insistentemente que as pessoas tinham morrido ou sofrido danos apenas pela explosão da bomba. Foi a primeira grande mentira. "Não há radioactividade nas ruínas de Hiroshima", dizia a primeira página do 
New York Times, um clássico da desinformação e da subserviência jornalística, que o repórter australiano Wilfred Burchett denunciou com o seu 'furo' do século. "Estou a escrever isto como um alerta a todo o mundo", noticiava Burchett no Daily Express, quando chegou a Hiroshima depois de uma perigosa viagem, o primeiro correspondente que se atreveu. Descreveu salas hospitalares cheias de pessoas que não tinham ferimentos visíveis mas que estavam a morrer duma coisa a que ele chamou "uma peste atómica". Por ter contado esta verdade, retiraram-lhe a credencial de imprensa, foi ridicularizado e caluniado – e inocentado.

A bomba atómica de Hiroshima foi um acto criminoso a uma escala épica. Foi um assassínio de massas premeditado que pôs à solta uma arma de criminalidade intrínseca. Por causa disso, os seus defensores refugiaram-se na mitologia da suprema "guerra boa", cujo "banho ético", conforme Richard Drayton lhe chamou, tem permitido ao ocidente não só desculpar o seu sangrento passado imperial mas promover 60 anos de guerra de rapina, sempre à sombra de A Bomba.

A mentira mais duradoura é que a bomba atómica foi lançada para acabar com a guerra no Pacífico e salvar vidas. "Mesmo sem os ataques das bombas atómicas", concluiu o Strategic Bombing Survey dos Estados unidos, em 1946, "a supremacia aérea sobre o Japão podia ter exercido pressão bastante para provocar uma rendição incondicional e evitar a necessidade de invasão. Com base numa investigação pormenorizada de todos os factos, e apoiada pelo testemunho dos lideres japoneses sobreviventes envolvidos, é opinião do Survey que … o Japão se teria rendido mesmo que não tivessem sido lançadas as bombas, mesmo que a Rússia não tivesse entrado na guerra e até mesmo se não tivesse sido planeada ou contemplada qualquer invasão".

Os Arquivos Nacionais de Washington contêm documentos do governo dos EUA que representam em gráfico as tentativas de paz japonesas já em 1943. A nenhuma delas foi dado seguimento. Um telegrama enviado em 5 de Maio de 1945 pelo embaixador alemão em Tóquio e interceptado pelos EUA dissipa todas as dúvidas de que os japoneses estavam desesperados para suplicar a paz, incluindo "capitulação mesmo que as condições sejam pesadas". Em vez disso, o secretário americano da Guerra, Henry Stimson, disse ao presidente Truman que tinha "receio" de que a força aérea americana "bombardeasse" o Japão de tal modo que a nova arma não pudesse "mostrar a sua força". Posteriormente reconheceu que "não tinha sido feita nem considerada qualquer tentativa para conseguir a rendição apenas para não ter que utilizar a bomba". Os seus colegas da política externa estavam ansiosos "por intimidar os russos com a bomba que trazíamos bastante ostensivamente à cintura". O general Leslie Groves, director do Projecto Manhattan que fez a bomba, testemunhou: "Nunca tive qualquer ilusão de que o nosso inimigo era a Rússia e que o projecto foi orientado nessa base". Um dia depois de Hiroshima ter sido arrasada, o presidente Truman manifestou a sua satisfação pelo "êxito esmagador" da "experiência".

Desde 1945, pensa-se que os Estados Unidos estiveram à beira de usar armas nucleares pelo menos três vezes. Ao travar a sua fictícia "guerra contra o terrorismo", os actuais governos de Washington e de Londres declararam estar preparados para fazer ataques nucleares "preventivos" contra estados não nucleares. A cada avanço para a meia-noite de um Armagedão nuclear, as mentiras de justificação são cada vez mais escandalosas. O Irão é a actual "ameaça". Mas o Irão não tem armas nucleares e a desinformação de que está a planear um arsenal nuclear provém sobretudo de um grupo da oposição iraniana, o MEK, patrocinado por uma CIA desacreditada – tal como as mentiras sobre as armas de destruição maciça de Saddam Hussein tiveram origem no Congresso Nacional Iraquiano, montado por Washington.

O papel do jornalismo ocidental em levantar este espantalho é fundamental. Que a Defence Intelligence Estimate da América tenha dito "com toda a confiança" que o Irão desistiu do seu programa de armas nucleares em 2003, foi remetido para o buraco do esquecimento. Que o presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, nunca tenha ameaçado "varrer Israel do mapa" não tem qualquer interesse. Mas tamanha tem sido a mística lenga-lenga dos meios de comunicação deste "facto" que, na sua recente representação subserviente perante o parlamento israelense, Gordon Brown aludiu a isso, quando mais uma vez ameaçou o Irão.

Esta progressão de mentiras conduziu-nos a uma das mais perigosas crises nucleares desde 1945, porque a ameaça real mantém-se quase impossível de referir nos círculos governamentais ocidentais e portanto nos meios de comunicação. Há apenas uma potência nuclear desenfreada no Médio Oriente e é Israel. O heróico Mordechai Vanunu tentou alertar o mundo em 1986 quando forneceu provas de que Israel estava a construir 200 ogivas nucleares. Desafiando as resoluções das Nações Unidas, Israel está actualmente ansiosa por atacar o Irão, com receio de que uma nova administração americana possa, apenas possa, efectuar genuínas negociações com uma nação que o ocidente tem caluniado desde que a Grã-Bretanha e a América derrubaram a democracia iraniana em 1953.

No 
New York Times de 18 de Julho, o historiador israelense Benny Morris, outrora considerado um liberal e actualmente consultor da instituição política e militar do seu país, ameaçou "um Irão transformado num deserto nuclear". Isso seria um assassínio de massas. Para um judeu, é uma ironia gritante.

Impõe-se a questão: vamos nós todos ser meros espectadores, afirmando, como fizeram os bons alemães, que "nós não sabíamos"? Vamos esconder-nos cada vez mais por detrás do que Richard Falk designou por "uma cortina legal/moral, beata, de uma só face" [com] imagens positivas de valores e inocência ocidentais, apresentada como estando ameaçada, validando uma campanha de violência ilimitada"? Está outra vez na moda apanhar criminosos de guerra. Radovan Karadzic está no banco dos réus, mas Sharon e Olmert, Bush e Blair não estão. Porquê? A memória de Hiroshima exige uma resposta. 
 
08/Agosto/2010
 
Tradução de Margarida Ferreira. 

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ 
Blog fonte: Cidadã do Mundo

sábado, 14 de agosto de 2010

Os lobos que se vestem de Marina Silva



Quando Marina Silva acordar da viagem na maionese em que embarcou ao aceitar ser candidata à presidência pelo PV e perceber que este partido não tem nada de verde e, na verdade, suas tonalidades giram em torno do “marrom”… – talvez seja tarde demais para reparar os danos à sua biografia. A ex ministra de Lula, deslumbrada com a projeção nacional do nada absoluto que representa, ou seja a tal terceira via, terá a difícil e solitária tarefa de se reconstruir em outra realidade.

Honestamente: um povo que foi subjugado por uma elite escravagista durante séculos e vislumbrou uma luz no fim do túnel nos últimos 8 anos, precisa de uma de terceira via? Um cidadão que acabou de sair da miséria absoluta; outro que acabou de chegar ao mercado de consumo pela primeira vez; outro que recuperou a dignidade de estar empregado, colocar o alimento na mesa de sua família e ver os filhos frequentando a escola – vão considerar a hipótese de darem seu voto a um grupo de oportunistas pintados de verde a serviço das mesmas elites que sempre lhes negaram a cidadania?

A verdadeira terceira via é coisa de primeiro mundo, onde a miséria e a falta de oportunidades foram superadas há décadas. Aí então, couberam outras variantes, mais sofisticadas, em seus processos eleitorais. Mas no Brasil de hoje, só cabem duas variantes distintas: inclusão e cidadania ou exclusão e escravidão. E ser ecológico não é uma postura política ou partidária. É obrigação de todos: desde o gari até o presidente da república. Não precisamos de um partido político para termos consciência ecológica e buscarmos desenvolvimento sustentável.

A única via que interessa à esmagadora maioria da população brasileira é o emprego com carteira assinada, o direito à saúde e à educação. O resto é conversa pra boi dormir.

Os românticos eleitores de Marina e seu partido lembram os caras-pintadas que saíram às ruas para derrubar Collor há 18 anos. Acreditaram que, naquele momento, borrifavam perfumes florais e pintavam de rosa a política brasileira. Em 1994, ajudaram a eleger um sociólogo emplumado que se transformou, da noite para o dia, no economista salvador da Pátria ao posar para a capa da revista Veja exibindo a cédula mágica – o Real – em tom paternal. FHC prometia felicidade. Mas, durante os 8 anos de sua aventura irresponsável, tudo o que se viu foi o país ajoelhar-se diante do “Plano Real”, que na verdade foi imposto pelo FMI a todas as economias inflacionárias da América Latina. Descobriu-se que não era a moeda que faria milagres e sim a maneira como os governos a utilizariam. Com FHC – que tinha Serra como Ministro do Planejamento e que, aliás, também não é economista – resultou em recessão, desemprego, arrocho salarial, falência estrutural, moral e física de toda a nação brasileira. Já os economistas do governo Lula souberam usar a moeda corretamente, tiraram o Brasil da estagnação e o projetaram para tornar-se, ainda nesta década, a quinta economia mundial. Esta, aliás, é a verdade que a “jornaleira” Miriam Leitão foge de ver ao comentar economia, política e as diferenças entre os governos FHC e Lula.

Obviamente, como é da natureza do processo político, não há perfumes florais que escondam-lhe as impurezas. Então alguns cidadãos, privados de seus sonhos cor-de-rosa diante das alianças e apoios da candidatura Dilma, optam pela terceira via. Assim, empunhando sua indignação moral e vestindo a fantasia do “politicamente correto”, registram seu protesto contra a classe política dando seu voto justamente à candidata “verde” que é o instrumento enganoso mais escancarado dos lobos travestidos de cordeiros. Pois não passa disso o Partido Verde.

Por outro lado, a direita e sua mídia fiel sabem que sua única chance é um contra-ataque golpista. E este ataque só seria mortal no cenário de um segundo turno – quando não haveria tempo para qualquer reação. Um factoide escandaloso bem elaborado e bem repercutido pelo consórcio sincronizado da mídia pode ser a “bala de prata” que derrubaria Dilma, sem chances nem tempo hábil para sua defesa.

Um primeiro ensaio dessa tramóia foram as entrevistas dos três candidatos ao Jornal Nacional nesta semana. O jogo de cena do casal de âncoras, requentando o caso do suposto mensalão do PT de 2005, mostrou até onde estarão dispostas a ir as velhas ratazanas da direta que conspiram por baixo da mesa de William Bonner e Fátima Bernardes.

Basta lembrarmos de 1989, Color x Lula, quando o sequestro de Abílio Diniz na véspera das eleições foi atribuído a grupos armados ligados ao PT e a Globo passou o dia inteiro ao vivo especulando em torno disso até o encerramento das votações, quando desmentiu todos os boatos e Collor já estava eleito; ou de 2006, quando a imagem do suposto dinheiro do suposto dossiê “vazou” na capa da Folha de SP na véspera das eleições, levando Alckmin ao segundo turno. Duas verdades foram provadas naquele momento: a primeira foi a de que a mídia paulista tem a capacidade de manipular o eleitor mesmo contra a sua vontade. A segunda a de que Lula era tão forte e popular que mesmo assim, venceu Alckmin de forma espetacular.

Dilma é o governo Lula, mas não é Lula. Tem competência gerencial infinitamente maior que José Serra. Mas não tem a trajetória de Lula. José Serra, só tem uma coisa que, somada aos fiéis serviços do PIG, pode lhe bastar: é, há 30 anos, o garoto propaganda do boneco de si mesmo. É isso que os velhos caras pintadas, eleitores de Marina, precisam entender. Marina não é um projeto. E o projeto da extrema direita com Serra é qualquer coisa, menos vencer democraticamente.

Por tudo isso, a inocente e útil candidata “verde” e seus inocentes e úteis eleitores, podem causar a desconstrução de todos os avanços do governo Lula, subtraindo – por mero capricho – os votos que elegeriam Dilma já em 3 de outubro. Isso levaria as eleições a um segundo turno, palco de perigos imprevisíveis, vindos de uma minoria disposta a tudo para reaver o que considera seu por desígnios celestiais.

Portanto, é melhor que os “sensíveis” eleitores de Marina Silva saibam que, ao votarem nesta senhora – que não se elegerá a nada, não fará parte de nada e ainda haverá de ser cuspida pelo seu partido na próxima esquina como um caroço seco – estarão fazendo exatamente o jogo que a direita e as elites paulistas precisam para recolocarem o Brasil e seu povo na senzala dos EUA como serviçais da nobreza global.

A não ser que acredite que um eventual governo Serra dará continuidade ao que está “dando certo” e – tsk! – corrigirá o que “estiver errado”, a pergunta que o eleitor de Marina deve se fazer é a seguinte:

Voto em Marina porque não quero Dilma nem Serra? ou Voto em Marina porque Dilma já venceu? Qualquer que seja sua resposta, o fato é que estará dando seu voto a Serra. O que, convenhamos, é o oposto exato de ser ecológico.


Do Blog O que será que me dá? Do ótimo articulista Roni Chira.
Fonte:   Terror do Nordeste

IMAGINA QUANDO ELE ENTRAR EM CAMPO!!



Até o Datafalha ! Dilma 41% a 33%
E Lula ainda não entrou em campo



    O Datafalha era a última trincheira da resistência do jenio.

    Na ultima pesquisa, o Datafalha disse que o Serra estava um ponto na frente, numa situação de “empate técnico”.

    Foi quando a Eliane Catanhêde pronunciou a frase profética: estava tudo “zero a zero”.

    O jornal nacional deu hoje e se o jornal nacional deu, bye-bye Serra 2010.

    Dilma está com oito pontos de frente.

    Só há uma explicação para o Datafalha registrar essa espetacular reviravolta.

    A Dilma arrasou o Casal 45.

    Semana que vem, no horário eleitoral, o Lula vai pendurar o Fernando Henrique no pescoço do Serra.

    E aí, como diz a Dilma, vai ser uma covardia.

    Segundo o Datafalha, a popularidade de Lula é de 77%.

    Que horror !

    O Farol de Alexandria vai fugir para Paraty ! 

    O 
    Conversa Afiada reivindica a precedência, porque sempre disse: o Vesgo do Pânico tem mais chance de ser presidente do Brasil do que o Zé Pedágio.

    O Serra vai enterrar o PSDB de São Paulo.

    E, boa parte do PSDB do Brasil.

    Serra é um Jim Jones.

    Paulo Henrique Amorim
    Fonte: Conversa Afiada (adaptado)

    O PIG NÃO DESISTE NUNCA

    É Dilma no primeiro turno




    O Globo entrou na campanha em ritmo mais acelerado. A série de entrevistas com os candidatos revelou o baixo nível dentro das organizações globo. Ninguém pode elogiar Lula ou Dilma. Ninguém pode criticar Serra. Não é uma empresa, é um exército norte-coreano de direita. Reproduzo essa capa como registro histórico. O entrevistado não era Serra? Por que não escolheram, para dar um toque crítico elegante, uma matéria que lembrasse a parceria de Serra com Arruda, Quércia, Maluf, Roriz, e mais trocentos pilantras? Não, eles querem colar o nome Collor no de Lula de qualquer jeito. Acham que isso tira votos de Lula, quer dizer, de Dilma. Mas eles estão fazendo isso há anos e o cara mantém sua popularidade. Aliás, repara só uma coisa. Dilma não aparece na capa. O nome de Lula blindou a ministra. Eles queriam acertar na petista, mas a figura de Lula está na frente. É muito difícil atacar totalmente Dilma Rousseff sem criticar antes Lula. Porque ela foi a principal ministra do governo federal e foi escolhida pelo presidente.

    E tem outra coisa, nenhum analista está dando bola para uma enorme vantagem de Dilma Rousseff, que é o RECALL do número 13, o mesmo número de Lula há várias eleições. Se existe uma coisa que o pobre sabe é que o número 13 é o número do cara.

    É Dilma no primeiro turno. E Ali Kamel pode voltar ao cinema. 

    Óleo do Diabo!
    fonte: Blog do Amoral Nato

    quarta-feira, 11 de agosto de 2010

    "No novo tempo... apesar dos perigos"

    É preciso ter paciência. Até o dia das eleições muitas trapaças ainda vão acontecer. Tem as entrevistas nos outros telejornais do PIG, tem os debates, tem os "colonistas" (PHA) da imprensa escrita, tem os fabricantes de dossiês, tem os vazadores de informações, tem a parte tucana da Polícia Federal, enfim, eles ainda dispõem de muitas balas na agulha. Enquanto as urnas não forem fechadas, a direita, a elite, a massa cheirosa vai fazer de tudo para retomar o poder. Poder que eles não se conformam de ter perdido. Não se conformam não porque tenham um plano para o país, não porque queiram trazer melhores dias para o povo. Querem tomar o poder porque tem dívidas a saldar com a elite econômica que sustenta suas campanhas, seus mandatos. Porque têm compromissos com aqueles a quem já entregaram boa parte do país. Mas algo me diz que, apesar dos perigos, o povo brasileiro não voltará ao atraso, não se deixará enganar por aqueles que não tem outra alternativa se não a mentira, a manipulação e o engodo. Quando  as urnas começarem a despejar seus números os vampiros, os sanguessugas, aqueles que querem o povo escravizados para tirar-lhe não só a energia física mas principalmente a dignidade, verão estarrecidos que um torneiro mecânico "apedeuta" ensinou aos brasileiros que o caminho a seguir é o do desenvolvimento, o da escola, o da prosperidade, e isso a elite nunca lhes deu. Apesar das fátimas, do bonners, das reginas, vai da a Dilma. E vai ser no primeiro turno.
    by "the teacher"

    O PITBULL E A ROTTWEILER HOJE ESTAVA IGUAIS A DOIS CHIHUAHUAS


                                       hoje eles estavam assim: mansinhos, mansinhos...                                                
                                                


    Uma vergonha a entrevista com Zé Pedágio no JN hoje! Serra não foi interrompido nenhuma vez, as perguntas,  iguais as feitas ontem a Marina,  tinham a intenção apenas de levantar a bola para o candidato atacar o PT. O menino mentiu o tempo todo: Mentiu sobre os genéricos, mentiu sobre o programa da AIDS, mentiu sobre o indio. Eita, pinoquio! Agora, vamos combinar, ele dizer que o que está em discussão não são as concessões de estradas e sim as estradas federais e não ser contestado em minuto algum pela dupla de torturadores foi ridículo. E os paulistas? e os caminhoneiros? e os empresários, o que pensam, cara pálida?? Aquilo não foi entrevista, foi um circo.
    by "the teacher"



    terça-feira, 10 de agosto de 2010

    PLINIO: ESTÃO QUERENDO MANIPULAR O "O LUTADOR"

                                           Cuidado! o Pig quer manipular este homem

    Após o debate da Band e a performance "humorística" de Plinio de Arruda Sampaio tenho lido muito sobre o velho comunista aqui na Internet. Entre os bons textos que li destaco este, aqui, escrito por Rodrigo Viana, em seu blog. No texto,  o jornalista chama Plinio de "lutador" e fala sobre o candidato do PSOL, destacando suas virtudes como político e como pessoa. Li, também, no dia seguinte ao debate, algumas postagens - não tenho mais os links - que dizia que a performance de Plinio no debate teve um caráter apenas humoristico, pra quebrar a monotonia de uma empreitada sem graça. Não acho que seja esse o papel que se deva  atribuir a um guerreiro da democracia, como Plinio. Acho que o papel dele nas eleições e no país é bem maior. Entretanto, e aí está a razão do meu título, acho que o convite, que  antes do debate da Bandeirantes não estava previsto, para que Plinio de Arruda Sampaio participe do debate da Globo tem um leve odor de manipulação. Com suas tiradas irônicas e sua metralhadora giratória, o candidato do PSOL não só colocou um sangue novo no debate como atacou sem pudor a todos que estavam presentes. É aí que entra a manipulação. A população gostou da atuação de Plinio justamente por causa dessas abordagens diretas, que em alguns minutos, pertubaram os oponentes. Serra não tem mais nada a perder: está atrás na pesquisa  e a cada dia que passa perde mais votos. A esperança é que ele pertube Dilma, fazendo-a sair do sério, ou dar uma resposta precipitada, para que o pig possa usar isto contra a candidata do PT. Mas, não acredito que Plínio, 80 anos de idade e uns sessenta de política, não tenha a sensibilidade para perceber que a maior representante do Pig quer apenas usá-lo para atacar Lula e Dilma. Na verdade, na minha opinião,  ele não deveria nem ter aceito o convite. Mas uma vez tendo aceitado, espero que ele use este tempo não para combater Dilma, nem mesmo Marina, mas para combater os verdadeiros inimigos da democracia e do Brasil: o PIG e seu candidato, Serra.
    by the teacher.

    O PITBULL ATACOU DE NOVO

      Esse Bonner é um mala mesmo. Se ontem ele tentou passar uma imagem de truculenta de Dilma (quem se deu mal foi ele), hoje ele tentou manipular  Marina, fazendo-a  afastar-se  do seu discurso de candidata para falar mal do PT. Parecia que a entrevista era sobre o PT e o mensalão. Cala a boca Bonner!!!
    by "the teacher"

    segunda-feira, 9 de agosto de 2010

    O PRÓXIMO DATAFOLHA



    Por Eduardo Guimarães
    Quem leu a ombudsman da Folha de São Paulo, Suzana Singer, no domingo já sabe o que esperar da pesquisa Datafolha do próximo fim de semana. Confiando na argumentação da “margem de erro”, Singer tenta “explicar” as diferenças dos números para os outros três grandes institutos – Ibope, Sensus e Vox Populi, que colocam Dilma à Frente de Serra.

    Segundo a ombudsman, “os resultados não são tão diferentes se a margem de erro for levada em conta”, pois, “no limite do Datafolha, Serra teria 35% e Dilma 38%”, e, no Ibope, “o tucano estaria com 36% e Dilma com 37%”. E como não dá para fazer esse cálculo enviesado com os números de Sensus e Vox Populi, ela não faz e nem diz por que.

    A ombudsman também especula, em busca de “explicações”, que o Datafolha poderia estar “atrasado” em relação aos números dos outros institutos – uma semana de atraso.

    Segundo Singer, quando o instituto de pesquisas do patrão foi a campo não teria ocorrido ainda um crescimento de Dilma que o Ibope captou uma semana depois. Novamente, a moça esquece de Sensus e Vox Populi, que anunciavam a ultrapassagem de Serra por Dilma antes e continuaram anunciando depois.

    A ombudsman de mentirinha ainda diz que “militantes mais exaltados” do PT “preferem acreditar que Datafolha e Folha são uma entidade única a favor do PSDB” e rejeita a acusação dizendo que o instituto é “uma empresa à parte”, apesar de ter o mesmo dono e de ser o único que dá vantagem a Serra sobre Dilma.

    Estamos às portas de um momento crucial. Terça-feira da semana que vem começa o horário eleitoral na tevê. Seria desastroso para Serra chegar atrás de Dilma a esse ponto, de forma que o Datafolha deve registrar novo “empate técnico” alegando que ocorreu por conta do debate de quinta-feira passada, que colunistas do PIG estão dizendo que foi vencido pelo tucano “por pontos”.

    Que ninguém se iluda, a Folha acha que não há como ser condenada pelo crime eleitoral de falsificação de pesquisas devido a dificuldades que acredita existirem para provar que tenha sido cometido. Além do que, o grupo empresarial da família Frias sabe que a investigação na Polícia Federal pedida pelo Movimento dos Sem Mídia não caminhará tão rapidamente e, assim, aposta na eleição do tucano para bloqueá-la.

    Há muito em jogo nesta eleição. Um país enriquecido, com negócios imensos para fazer com petróleo, montado em centenas de bilhões de dólares de divisas, com a economia “bombando”. Um prato cheio para quem sonha voltar ao poder para terminar o que FHC não terminou no âmbito da privataria, ou seja, queimar patrimônio público e sumir com o dinheiro.

    E se os grupos Folha, Estado, Abril e as Organizações Globo acreditam firmemente que estão acima das leis e das instituições, eles têm até boas razões para isso…

    Já o Ibope, não tem a condição de ousar que tem o Datafolha. Apesar das ligações que tem com a Globo, é uma empresa à parte e não tem como estar seguro de que será protegido de uma investigação da Polícia Federal. Ousar como o instituto de pesquisas dos Frias é aposta muito alta para Carlos Augusto Montenegro.

    Mas, vejam só, que a representação do MSM isolou o Datafolha. Não é pouco.

    O instituto de pesquisas da Folha só deverá começar a publicar números reais quando a eleição estiver mais próxima, exatamente como aconteceu em quase todas as eleições na Venezuela nos últimos anos – os institutos de pesquisa da oposição só se ajustaram à realidade a poucas semanas do escrutínio das urnas.

    Apesar de o grupo empresarial da família Frias achar que pode tripudiar das leis, do direito e da democracia ao tentar ludibriar um país inteiro com falsificações grosseiras de sondagens da vontade do eleitorado, só quero que fique bem registrado que eu, Eduardo Guimarães, avisei ao Grupo Folha que ele teria que responder na Justiça pelo que está fazendo

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