sábado, 7 de agosto de 2010

Por que o Serra chora tanto ? Porque o Lula implodiu o PSDB



    Publicado em 07/08/2010
  • Compartilhe Envie Para um Amigo  Share with Delicious Share with Digg Share with Facebook Share with LinkedIn Share with MySpace Share on Google Reader Share with Twitter
  • Imprimir Imprima |
  • Vote 
    Avaliação NegativaAvaliação Positiva (+18)
Na foto, o próximo destino de Fernando Henrique: Capri

Vamos supor, amigo navegante, que o debate da Band tivesse “bombado de audiência”.

O que, com a Band, é um oximoro.

Vamos supor que o Serra tivesse sido “brilhante”, aquele adjetivo que o Fernando Henrique prefere dedicar ao Daniel Dantas.

E daí, amigo navegante, o que teria acontecido ?

Nada.

O que o Serra defendeu ?

O reforço às APAES.

Tapar os buracos da Fernão Dias (por que ele, como o Grande Planejador do Governo do Farol, não fez isso ?).

O mutirão da saúde, como se o Brasil tivesse sido atingido pelo terremoto do Haiti.

A Abertura dos Portos, em homenagem ao Visconde de Cayru.

Conceder prioridade ao Intestino (não se sabe se ao Grosso ou ao Delgado, mas o Intestino, com certeza, é prioritário).

Como diz o Cesar Maia, grande aliado dos tucanos no Rio, o fornecedor do Índio à chapa do Serra, como diz o Cesar Maia, o problema do Serra é que ele “não tem tema”.

O Serra não tem o que defender.

Mas, amigo navegante, vamos perguntar aos nossos botões.

O que o Serra já defendeu na vida dele ?

Qual foi o “tema” da vida dele ?

A única coisa que se sabe que ele defendeu, de fato, com veemência, foram as Reformas de Base, no Comício da Central, ao lado do Jango.

De lá para cá, como deputado, senador, ministro, prefeito (mandato que ele cumpriu até o fim) e governador – que idéia original ele defendeu ?

Quando forem escrever o verbete sobre ele, o que se dirá ?

José Serra -  deputado, senador, ministro, prefeito, governador, duas vezes derrotado em campanhas presidenciais, presidente do Palmeiras (*) …  e o que mais ?

Depois que a blogosfera retirou do currículo dele a luta contra a AIDS (do Jatene) e os genéricos (do Jamil Haddad) – o que sobrou ?

Nada.

O filosofo Paulo Arantes, numa sabatina na Folha (**), já tinha feito essa pergunta – o que pensa esse rapaz ?

Ele é um operador.

Um operador da maquina partidária dos conservadores paulistas e operador do PiG (***). 

A Veja – a ultima flor do Fascio -  dizia que ele é “a elite da elite”.

Ele sempre foi o “eleito” do PiG (***).

O Fernando Henrique é que atropelou o Serra – e, por isso, os dois se odeiam mais do que se amam -, movido a Plano Real do Itamar.

Os dois – Fernando Henrique e Serra – entraram no vácuo do Consenso de Washington, assim que o Pedro Bial derrubou o Muro de Berlim e o Império se tornou incontrastável.

Se o resultado tivesse sido outro, os dois, o Farol e seu Grande Planejador tinham ido para o lado oposto, com o mesmo empenho e  dedicação.

A matriz deles servia para as duas pontas: esquerda ou direita, comprador ou vendedor.

Hoje, melancolicamente, os dois caíram no colo do Uribe.

Fernando Henrique, sempre mais esperto, abriga-se na confortável “Villa” do filho do Roberto Marinho em Paraty (como poderia ser em Capri).
Clique aqui para ler sobre a vilegiatura do Farol em Paraty.

O Serra, coitado, moureja na porta das igrejas e é barrado.
Clique aqui para ler “Sumiram com o dinheiro dos tucanos e Serra é barrado na igreja”.

É porque o Lula implodiu os tucanos de São Paulo.

O Lula chupou o oxigênio deles.

O Lula fez inclusão social, com políticas que levaram à distribuição de renda na vertical e na horizontal.

Os pobres subiram na escala da renda – e infernizam o Jabor nos aeroportos – 
clique aqui para ler “TAM vai vender nas Casas Bahia”.

E na horizontal: o Brasil cresce mais fora de São Paulo.

Em Pernambuco e na Bahia, por exemplo, onde o Serra vai tomar a surra que o Arthur Virgilio disse que ia dar no Lula.

O Fernando Henrique e o Serra perderam a capacidade de entender o que aconteceu no Brasil com Lula e, com isso, não conseguiram “ter um tema”.

O “pós Lula” é um blefe.

O problema é o “mais Lula”.

Como não entenderam o que Lula tinha feito, não foram capazes de ter idéias para combater o Lula.

Fernando Henrique e Serra estão ancorados em 2002.

Em 2002, Fernando Henrique achava que entrava para a História e seria chamado em Colombey les Deux Eglises para salvar a Pátria, com o fracasso do Lula. 

Em 2002, o Serra ganhou a eleição.

Daí vem a proteção às APAES, a prioridade ao Intestino etc etc etc

O Lula tirou o oxigênio dos tucanos de São Paulo.

O Serra terá um fim melancólico, como previu o Marco Aurélio Garcia.

Para o Fernando Henrique, zero a zero, diria a Eliane Catanhêde.

Ele sempre pode ir para Capri.


Paulo Henrique Amorim

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SERRA, APENAS SERRA



Os locutores esportivos de antigamente costumavam dar apelidos a quase todo jogador de destaque. Assim, no meu tempo de garoto, Vavá era o "Peito de Aço", Servílio, o "Bailarino", e Ademir da Guia, o "Divino", só para citar três exemplos do meu querido Palestra.
Com o tempo, o talento dos locutores e dos jogadores foi decaindo. Hoje, são raros os boleiros que têm o privilégio desse segundo nome, que às vezes os identifica mais que aqueles que fazem parte das escalações do time.
Sobreviveram os que realmente são - ou foram - craques, como o Ronaldo "Fenômeno", que, infelizmente para o verdadeiro futebol, trava uma luta perdida contra o tempo - e também contra alguns quilos a mais.
Até mesmo cartolas mereceram a honra desse segundo nome. Quem não sabe que Paulo Machado de Carvalho era o "Marechal da Vitória"?
Nesta campanha eleitoral nota-se um esforço do presidente Lula para colar em sua candidata, Dilma Rousseff, um desses apelidos. Lembrando de um de seus ídolos, Getúlio Vargas, que era chamado de "Pai dos Pobres", em vários comícios e atos de campanha, Lula se referiu a Dilma como a "Mãe do PAC".
Como essa, porém, é a primeira eleição de que participa, provavelmente seja ainda muito cedo para que a ex-ministra da Casa Civil fique conhecida por meio de outro nome que não o seu.
Risco maior corre seu opositor, o ex-governador paulista José Serra, que, embora esteja na vida pública há bastante tempo, apenas recentemente, com o advento da internet, é que tem sido brindado com uma série de apelidos.
Se não me engano, o primeiro foi dado por Paulo Henrique Amorim, em seu site Conversa Afiada - Zé Pedágio, por razões óbvias. O mesmo jornalista arriscou algumas variantes: Zé Alagão e Serrágio, entre outros. O mais recente é "Jênio", com "J" mesmo.
Ainda é cedo para saber como Serra ficará conhecido no futuro. Nenhum desses apelidos pode pegar. A experiência mostra que, para merecer ser chamado de algo além de seu nome, a pessoa tem de ter alguma característica marcante, alguma coisa especial.
É caso, por exemplo, do pai espiritual de Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, alcunhado de "Príncipe dos Sociólogos", ou simplesmente "Príncipe" - a redução do epíteto, no seu caso, é menos para expressar intimidade do que para marcar o seu caráter esnobe.
Já Serra, com toda a sua sensaboria, com aquele mau humor constante, a falta de ideias recorrente, a palidez da face e do pensamento, tudo indica, será sempre apenas Serra, assim sem mais nada, assim solitária e tristemente.

FAUSTO DE SANCTIS NO STF

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

SERRA, O PIG E VALA COMUM DE URIBE

                               (Guernica, de Picasso) as vítimas de Uribe, do Pig e de seu candidato

Leio estarrecido no  Conversa Afiada, aqui, que há na Colômbia uma vala comum com mais de dois mil cadáveres. Segundo o CA,  A reportagem está publicada no sítio colombiano Cronicón, 29-07-2010 e nela são dados detalhes sobre o lugar, a maneira como os corpos foram descobertos e a luta dos familiares para resgatar seu mortos. O genocídio é atribuído ao exército colombiano e a seu chefe maior o Presidente Álvaro Uribe.  Está tudo lá. Mas a alusão que faço a esta reportagem tem a ver com o Brasil. Aqui, enquanto Evo Morales e Hugo chaves sofrem constante processo de demonização por parte da imprensa, dos partidos de  direita, personificada pelo seu candidato a presidente José Serra, o presidente colombiano é tratado por esta mesma imprensa e por estes mesmos partidos como herói, como bom moço e como modelo de governante a ser seguido por quem quiser governar o país. Fico me perguntando: por que essa imprensa e estes políticos escondem uma verdade tão estarrecedora como essa? Por que se calam diante de tamanha calamidade? em nome do que tentam enganar a população e os "formadores de opinião" escondendo tão brutais crimes?
A resposta, constato, são duas. Primeiro a guerra pelo poder. A imprensa corporativista brasileira e seus  donos, uma minoria,  são  representante do que há de pior em termos de egoísmo, ganância, jogo sujo, e poder adquirido através de golpes e crimes,  não se conformam  em está alijados do poder central.   Não aceitam que pela primeira vez em muitas décadas não sejam eles que manipulem o estado brasileiro para a partir daí poderem adquirir ainda mais poder e mais fortuna. Isso eles não aceitam. O segundo motivo é que eles sabem que em modelos adotados pelo Brasil, pela Venezuela e pela Bolívia, que retiram o poder político e o poder de compra da mão de uma  minoria e os transferem  para a mão da parcela mais pobre da população automaticamente tirá-lhes a hegemonia, uma vez que uma população com melhores condições de vida, com acesso maior à escola e às universidades fica mais independente e deixa de ser massa de manobra na mão dessa minoria perversa. Mas mesmo assim, mesmo acreditando serem esses os motivos para o silêncio diante dos crimes de genocídio de Uribe, me quedo perplexo diante da atitude desses brasileiros para com o seu próprio país. Sim. porque ao esconderem as atrocidades do Presidente da Colômbia, ao exaltarem, como o candidato Serra tem exaltado,  o alinhamento subserviente aos Estados Unidos, estas pessoas não pensam no Brasil, muito menos nos brasileiros. Pensam apenas em seus próprios interesses, nos seus lucros e que se exploda a população mais pobre, a soberania e o próprio país. Estes brasileiros não são dignos do país que emergiu com o governo de Luis Inácio Lula da Silva. Nasceram aqui, vivem aqui mas suas almas não pertencem a esta nação. A hora da decisão se aproxima. Aqueles que pretendem entregar o país, aos mercados, aos senhores da guerra e aos que defendem a vala comum farão de tudo para tomar o poder. Se os números da pesquisas se converterem em votos o povo brasileiro dará a estas pessoas o troco merecido e eles amargarão a derrota e pagarão o preço por terem sido tão vis, tão servis. 
by the teacher

domingo, 1 de agosto de 2010

E O SERGIO GUERRA, HEIN? QUE VERGONHA. DILMOU

E a patrulha serrista da Folha pegou o Sérgio Guerra

Folha de S. Paulo, que passou a atuar como a KGB da campanha de José Serra,publica hoje a terceira matéria, em quatro dias,  dedurando  os “aliados” do “coiso” que o estão escondendo no material de campanha.

Hoje uma das “vítimas” é o próprio presidente do PSDB, o senador Sérgio Guerra, candidato a deputado federal, que diz que seus santinhos não têm o nome de Serra por “erro de montagem”.  Os jornalistas da Folha,  utilizados no  papel de agentes do esquadrão “Caça-Traíra”, levantaram o mesmo em relação aos materiais do candidato ao Governo pernambucano, Jarbas Vasconcelos, e ao cearense, Marcos Cals, que reproduzo aqui, onde Jereissati, o “galeguim dos zoio azul” (tá mais jovem, não?) é a estrela e Serra o nada.
Clique na imagem para ampliar e tentar achar o Serra
Diz a Folha que até Alkmin está na base do “antes só que mal acompanhado”.
Se não bastasse isso, o Sérgio Guerra, aquele que o Lula chamou de…esqueci… ainda está furioso hoje de manhã, porque o blog da Folha de Pernambuco flagrou um carro de sua campanha decorado com adesivos de Eduardo Campos (PSB) e de Dilma, como você vê na foto ao lado.
Portanto, mais um boato que está sendo maldosamente espalhado contra Serra: nem seus aliados estão querendo se queimar com sua imagem. Autoria do boato identificada: Marco Maciel, Marcos Cals, Tasso Jereissati e, possivelmente, Geraldo Alkmin. Atenção, QG tucano, mande um esquadrão pra cima dele... 

mande um esquadrão pra cima deles.Fonte: blog Tijolaço

ENQUANTO A FARSA CORRIA SOLTA NO PIG AS GÊMEAS ASSISTIAM AO CHAVES


                                       na foto, substitutos naturais dos farsantes dominicais
Leio consternado a choradeira de meus amigos comentando mais um capítulo da farsa patrocinada pelo pig, a corrida de jumentos dominical. Pois, enquanto o pássaro canoro, o galvão, fazia das suas,  minhas gêmeas tranquilamente assistiam ao Chaves, que não é lá esse referencial de cultura, mas, pelo menos, livra as criancinhas indefesas do famigerado PIG.
by the teacher.

JC - Uma Sucursal Serro-Jarbista II



JC - Um Puleiro Serro-Jarbista Demotucanalha

Mais uma Pérola da Cheerleader Serro-Jarbista Ana Lúcia Andrade:
Da Coluna Pinga Fogo do JC
Haja ansiedade no palanque de Eduardo...
Os governistas das cercanias do palanque da reeleição de Eduardo Campos andam manifestando muita ansiedade para saber sobre o ânimo de Jarbas para a disputa.
...A resposta pode não agradar!
Mas as dificuldades, ainda maiores com o início da campanha, só têm revelado a máxima de que “Jarbas cresce na adversidade”. Tá dando um gás que surpreende quem assiste.
Comentário dO Cachete:
Eduardo Campos, segundo pesquisa Vox Populi, está com 61% das intenções de voto no Estado de Pernambuco. Qual o motivo da "ansiedade" citada pela cheerleader? Pirou?
O que se fala nos bastidores é que já existe uma movimentação do "Fantasma do Metrô de Ghost" no sentido de renunciar (desistir é uma palavra muito pesada) à disputa.
Fonte: blog O cachete, adaptado.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...