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sábado, 17 de novembro de 2012

Colunista da Veja chama Ministro da Justiça de "Porquinho de Dilma"


Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Eis o que o Ministro de Justiça, José Eduardo Cardozo, aprontou com sua idiotice: deu munição para "colonistas" da imprensa golpista e do jornalismo de esgoto, como é o caso do Augusto Nunes [da Veja]. O "colonista" não deixa de ter razão em alguns dos pontos focalizados em seu artigo [leia aqui].

Ministro de Estado quando fala tem peso político e carrega consigo o discurso do governo a quem serve, conforme deixou bem claro a nossa companheira Lili [do Justiceira de Esquerda] em comentário a um artigo que publiquei recentemente.

Foi esta a razão subliminar contida no meu artigo. Chamei-o de "idiota" por parecer desconhecer que a situação do sistema carcerário brasileiro tem a ver com a pasta que comanda. Deveria fazer mais e não dizer o que disse: “Se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferiria morrer”. 

Está aí, por mais que não quiséssemos, uma resposta a altura... E vinda da oposição ferrenha, mesquinha e golpista a um governo eleito democraticamente e que conta com enorme aprovação. Infelizmente, há homens públicos que não sabem se portar no cargo para o qual foi indicado.

Augusto Nunes, na sua pequenez de jornalistazinho cujo papel subserviente é fazer plantão com seus artigos na porta dos gabinetes dos barões da mídia, mostrou que o ministro José Eduardo Cardoso deu um tiro no próprio pé e espirrou sangue no governo Dilma.

Mas há males que vêm para o bem. Agora, o "idiota" da Justiça se deu conta da bobagem que declarou e já propõe algo para minimizar o deplorável estado em que se encontra o sistema prisional brasileiro [aqui]

O que ele propõe é pouquíssimo, contudo já é um começo. A mudança deve ser mais radical e o Poder Executivo deve cobrar do Poder Judiciário sua parcela de culpa nesse estado de coisas... Ou será que o Executivo teme o Judiciário? São Poderes equivalentes numa república... Segundo me ensinaram.

Como se já não bastasse se indignar com a frouxidão do Governo diante da mídia golpista [Ley dos Médios já!], empurrado por uma oposição mesquinha e irresponsável para as cordas sem reagir, vem-me o ministro falar merda.

sábado, 28 de julho de 2012

"Mensalão": a mídia golpista quer sangue



Por DiAfonso
Todas as investigações sobre o escândalo – na Polícia Federal, em CPIs, na imprensa – produziram provas. Em cima delas, os juízes decidirão o destino dos réus

Assim, a revista Época resume matéria em que trata da Ação Penal 470 ou, simplesmente, "Mensalão" [do PT, que fique claro!]. 

Há de se perguntar se as "provas produzidas na imprensa" têm a credibilidade da Veja, de O Globo, da Folha de S.Paulo, do Estadão e da própria Época. Sim, porque, quando donos de veículos de comunicação [leia-se, Roberto Civita] e jornalistas agem como bandidos [leia-se Policarpo Jr. e Gustavo Nogueira Ribeiro], fica difícil tomar tais investigações jornalísticas como parâmetro para um julgamento justo e isento das interferências políticas a que estarão sujeitos os réus [na verdade, eles já foram condenados por uma mídia que julga e condena à revelia das instâncias jurídicas].  

Vale notar, ainda, a "disposição" de certos ministros do STF [leia-se, sobretudo, Gilmar Mendes] em se aliarem ao que de mais podre existe nessa elite apeada do poder pelo voto popular.

Noutros tempos, é preciso destacar, o Grupo Folha tornou-se mais do que bandido, ao ceder seus carros para torturadores do regime militar.

Esta é a mídia que produz provas para um julgamento no STF...

domingo, 22 de julho de 2012

"Filiado" abre o verbo contra Mendonça filho, presidente do DEM-PE

Do Terra Brasilis

Por DiAfonso

Em 2006, Jorge Bornhausen [agora, ex-filiado do DEM] vociferou: “Vamos acabar com essa raça [PT]. Vamos nos ver livres dessa raça por pelo menos 30 anos”. Seis anos se passaram e o que estamos vendo é uma "raça elitista" - aliada dos militares que promoveram um genocídio - esvair-se, letal e lentamente, rumo ao lixo da história.

Se feitiço fez, Bornhausen não seguiu "religiosamente" os rituais. Tanto é verdade que a "profecia bornhauseniana" está se voltando contra o próprio DEM.

Aqui em Pernambuco, Jarbas traiu os "DEMos" e caiu nos braços de Eduardo Campos [PSB] com o claro intuito de derrotar Lula a todo custo.

Agora, o "deputado mercador da emenda da reeleição de FHC", Mendonça Filho, vê-se às voltas com um "filiado" que, por um erro burocrático [palavras de Mendoncinha], não teve a "filiação" partidária abonada pelo próprio DEM, partido do qual Mendoncinha é presidente estadual.

Em nota, o "filiado", que concorreria às eleições pelo partido, abre o verbo e diz que Mendonça Filho e Priscila Krause - filha de Gustavo Krause - não o respeitaram e o ignoraram. Logo ele, o "filiado dileto" cujas ações gratuitas tinham como alvo a prefeitura do PT em Recife! [Leiam texto abaixo].


Também em nota [leiam abaixo], Mendoncinha tenta "passar gelo" na pancada que o rapaz recebeu, informando que se solidariza com o "filiado".

A "solidariedade" aí parece mais uma tentativa de postergar a morte de uma partido que andou de braços dados com a ditadura e, quando governou, o fez apenas para uns poucos.

Nota do presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho, sobre o episódio envolvendo o filiado Alyson Fonseca


Recife, 22 de julho de 2012
Como presidente estadual do Democratas presto minha solidariedade a nosso filiado Alyson Fonseca, vítima de um erro burocrático de um funcionário do partido. Alyson sempre foi um dedicado militante, estando em nosso quadro de juventude há vários anos, sempre com abnegação e excelentes serviços prestados. Minha disposição é, como sempre, ajudar a quem veste a nossa camisa, e farei o que estiver a meu alcance para que esse erro seja reparado. Considero-o, repito, uma figura de extrema relevância dentro de nossa estrutura partidária e que sempre teve, e terá, de nossa parte o devido. [folhape]

Leia nota de Alyson Fonseca, na íntegra, aqui.

A "Infantaria 45" tucana ficará apenas nas bolinhas de papel?



Por DiAfonso

A equipe de campanha do PSDB vem estimulando seus jovens militantes a se portarem como soldados numa guerra. Eleição não é guerra [a não ser em sentido figurado]. 

Entretanto, o que se vê, com a nomeação do grupo de "Infantaria 45", é a perda de todo o sentido conotativo da palavra. 

O secretário nacional de Juventude do PSDB diz querer ser propositivo e "discutir soluções para a cidade" de São Paulo, mas o nome de batismo do grupo apaga qualquer possibilidade de que se pretenda discutir a eleição municipal no plano das ideias. 

Torçamos para que, neste pleito, os tucanos fiquem somente nas bolinhas de papel... Se é que me entendem.

Leiam matéria abaixo:

__________________


Tucanos criam 'Infantaria 45' para ação na rede

A juventude do PSDB montou um grupo batizado de "Infantaria 45" para divulgar propostas de José Serra na internet. O grupo diz que pretende responder a provocações que atribui a militantes de partidos adversários.

A equipe é formada por militantes tucanos e recebe orientações de integrantes da equipe de campanha do PSDB. "Nosso objetivo não é atacar, é fazer uma campanha propositiva e discutir soluções para a cidade", afirma o secretário nacional de Juventude do partido, Wesley Goggi.

A ação da "infantaria" será voluntária, mas os militantes receberão orientações e missões diárias da equipe de campanha.

Na sexta-feira da semana passada, por exemplo, quando petistas lançaram no Twitter a campanha "13 dá sorte", em alusão ao número do PT na urna eletrônica, os tucanos passaram a difundir a expressão "13 dá azar".

Segundo o coordenador de comunicação de Fernando Haddad, vereador José Américo, a campanha descarta a hipótese de fazer uma coordenação centralizada da militância. Ele ironizou o tom bélico da "Infantaria 45" e disse que a internet não aceita esse tipo de iniciativa. "Somos contra montar brigadas ou infantarias na web ou tutelar nossos apoiadores", afirmou. "Do nosso lado, temos apenas apoios espontâneos." Um dos internautas que defende Haddad na internet é o jornalista Leandro Rodrigues, de 25 anos, criador do perfil "Somos Haddad" no Twitter e Facebook. "Quando alguém escreve uma crítica fundamentada, respondemos no mesmo tom", disse. 

domingo, 1 de janeiro de 2012

A desmoralização de um jornalista... por ele mesmo! [Parte 1]


Por DiAfonso [Terra Brasilis]

A deturpação dos fatos é apanágio dos embromadores, já diziam. Essa máxima poderia ser muito bem aplicada, com todo o respeito, ao comportamento profissional do jornalista Jamildo Melo.

Jamildo, que mantém um blog no Portal NE10 [1], publicou ontem um artigo [2] em que, a pretexto de avaliar "Os primeiros doze meses de gestão do governo Dilma", aproveitou o ensejo para fazer injustas, descabidas e preconceituosas críticas ao ex-presidente Lula, além de tecer outras considerações longe da realidade factual. Isso, distorcer a realidade, parece estar no dna não só do Jamildo, mas também do próprio veículo de comunicação para o qual o jornalista presta serviço.

Aqui, em Pernambuco, é pública e notória a parcialidade com que o jornalista trata determinados fatos políticos, como de resto o próprio Sistema Jornal do Commercio [não é à toa que o SJC é chamado de "braço direito do PiG" por estas bandas de cá].

Para confirmar o dito acima, basta elencar dois fatos recentes: o primeiro foi a publicação de um editorial [3]. Lá, pode-se ler a ferocidade com que o editorialista trata José Dirceu, o PT e a "tentação autoritária" que o próprio Dirceu e o PT teriam, segundo o editorialista, em controlar os órgãos de comunicação.

O outro fato diz respeito à omissão de informações acerca do lançamento do livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.. E, aqui, nunca é demais dizer da contradição que cerca o editorial citado acima. O próprio SJC, "órgão de comunicação", "amordaçou" informações, sonegando de seus leitores e da sociedade de um modo geral a divulgação do conteúdo de A Privataria Tucana.  Não foi o PT e, muito menos, José Dirceu.

No momento em que deu o ar da graça sobre o fato, o Blog do Jamildo divulgou matéria com algumas inverdades [4], chegando, inclusive, a receber protestos indignados de alguns comentaristas [ver imagem abaixo].



Pois bem. Detenhamo-nos em alguns pontos do tal artigo, escrito pelo jornalista Jamildo Melo:

"Lula, em seus oito anos de governo, não soube se comportar como presidente da República do Brasil; era mais um sindicalista no Palácio do Planalto, jogando região contra região, rico contra pobre, negro contra branco. Não desceu do palanque um único dia, fazendo muitas vezes da demagogia discurso presidencial."

A besteirada que se lê no parágrafo acima chega a dar "urticária" na minha pobre massa cinzenta. Lula deveria se comportar como se comportou FHC, cuja "habilidade" como presidente do Brasil mereceu duro sermão do ex-presidente estadunidense, Bill Clinton? Esse vexame internacional [5], se o "isprito" não me engana, não foi publicado no seu blog. Ou foi, Jamildo?

Quando foi que Lula jogou "região contra região", Jamildo? A má-fé nessas suas palavras beira ao ridículo, tal a torpeza que delas emana. Será que, por exemplo, priorizar ações que se fizeram no Nordeste [na área de educação: instalações de campus universitários e técnicos; na área econômica: estaleiro, Refinaria Abreu e Lima, Empresa de Hemoderivados e Biotecnologia - só pra citar alguns investimentos feitos em Pernambuco] é criar ponto de atritos entre regiões? Descentralizar, Jamildo, não é jogar "região contra região", mas criar uma situação em que outras unidades da federação tenham o justo direito de serem contempladas no quesito crescimento econômico. Isso é, também e em certo sentido, integração entre regiões.

Jogar "rico contra pobre". O que é isso?!?! Jamildo, não mostre uma incompetência que você, certamente, não tem. Permitir - como Lula fez  e Dilma está fazendo - que  a camada menos privilegiada da população tenha acesso aos bens produzidos pelo país é um direito dessas pessoas, Jamildo! Deixe de elitismo! Deixe  de idiotice!

Jogar "negro contra branco". Êta, mulesta! Outra idiotice! Quem tentou, por diversas vezes, criar esse conflito foi a elite branca deste país que não suporta ter de dividir a sala de aula das universidades com preto e o DEM [6] [hoje apêndice do PSDB e que tem como baluarte o "queridinho" da direita pernambucana e do Brasil, Marco Maciel - este foi vergonhosamente derrotado nas últimas eleições para o Senado Federal]. Jamildo, peça à sua equipe para fazer uma pesquisa na blogosfera ou nos próprios órgãos midiáticos corporativos [No Portal NE10 deve ter alguma coisa sobre isso... Penso...] e você terá essa informação.

Continua...
__________________________________________

[1] Blog do Jamildo [aqui]. 
[2] Íntegra do artigo [aqui].
[3] Editorial do JC, aqui.
[4] A Privataria Tucana no Blog do Jamildo [aqui].
[5] FHC é humilhado por Bill Clinton [aqui]
[6] O DEM e a cota para negros, aqui.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Óia a vírgula, Merval Pereira! Óia a vírgula, hômi!

No Terra Brasilis

Fotomontagem Terra Brasilis

Por DiAfonso

O jornalista Merval Pereira, recém-eleito membro da Academia Brasileira de Letras, bem que poderia fazer jus ao fardão que lhe foi "outorgado" sabe-se lá por quais critérios literários [se é que me entendem].

Em artigo intitulado "A ficção do Amaury" - em que tece críticas ao conteúdo do livro "A Privataria Tucana" e defende, nas entrelinhas, a omissão da "grande imprensa" na divulgação da obra do também jornalista Amaury Ribeiro Jr. -, o Merval se "desvia" do que é posto como padrão "culto" para as situações formais de comunicação e expressão em língua portuguesa. 

Assim é que algumas normas são "quebradas", a ambiguidade surge em algum momento e a "limitação" vocabular se faz presente em outro. Tudo isso denuncia o "acadêmico" Merval Pereira como um verdadeiro relaxado no trato com a língua dita "culta". 

A seguir, as minhas observações e os meus comentários. Claro que não dá para me comparar ao Merval. Eu, coitado, sou da Acadêmía Brazilêra de Lêtra:




A leitura do segmento "suas denúncias" traz um sabor de... de que, mesmo? Já nem sei... da mesma forma que não sei se as denúncias são dos "novos meios de comunicação e dos blogueiros chapa-branca" ou do "Amaury Ribeiro Jr". Brincadeirinha. O contexto nos dá o caminho para o referente que, neste caso, seria o próprio "Amaury Ribeiro Jr". Agora que o Merval, membro da ABL, poderia ter evitado essa ambiguidade... Ah, poderia!

Embora não esteja "obrigado" a fazer uso da nova ortografia, o Merval escreve "idéia" e não segue a nova orientação ortográfica [aqui]. Será que os acadêmicos da ABL, eminências da língua "correta", estão ainda usando a ortografia anterior? Se não estiverem, Merval, você será chamado às falas... Com aquela gente não se brinca em matéria de língua padrão... Tô logo avisano...


Óia a vírgula, Merval! Óia a vírgula! A oração coordenada explicativa ["pois alegam"] "abriu vaga" para uma intercalada de valor semântico temporal [alguns atribuem ao conectivo "enquanto" um valor de simultaneidade temporal]. Ponha a vírgula adispois do "pois", hômi!

Xiiii... Acho que, na pressa em escrever o artigo para defender a tucanada, o Merval deu um espaço e separou "por que". Não seria "porque", Merval? Vêji isso aí, diretim... Eu tenho cá pra mim que esse "por que" se ajunta, visse?!?!

Merval, fique tranquilo, pois o uso que você fez de "tranqüilo" já foi discutido acima... A nova ortografia, certo?!?!...

Óia a vírgula, Merval! Óia a vírgula! Esse não é o momento adequado para usá-la, hômi de deusi! A oração "se tem provas" é complemento verbal de "verificar", assim como "se ele realmente acrescenta dados novos às denúncias sobre as privatizações". Como se nota, a última oração do parágrafo, introduzida pela coordenativa "e", funciona, sintaticamente, como objeto direto [dizem os doutos da norma padrão que não se separa complemento verbal de seu verbo por vírgula.]. Ah... o uso da vírgula foi para dar ênfase?! Questão de estilo... é isso?!?! Sei não, sei não... Bom... de quarqué modo, vêji isso tamém, visse, Merval?!?!



Pô, Merval! Um minidicionário - daqueles escolares - teria dado uma força para evitar a repetição da palavra "falcatruas"! Aqui, nada demais, sabe, Merval... Mas o povo que entende dessas coisas de língua padrão e indicetra e tá pode achar que você está com o vocabulário meio comprometido. Sugerirão alguns que roubalheira cairia bem no lugar da segunda ocorrência da palavra "falcatruas"... Ah, mas é que, no governo Collor, foram muitas "falcatruas", né? Assim como foi, no caso das privatizações no governo FHC... Como é que eu não saquei isso! Você vai mi adiscurpando aí, visse, Meval?! É que, às vêiz, a gente se impóga e tal...

Óia a vírgula, Merval! "Será o binidito!"! Vêji que o sujeito de "transformou-se" é o mesmo de "desencadeou" - "Roberto Jerfferson". Desse modo, Merval, não haveria o uso da tal vírgula para separar as orações construídas em torno dos referidos verbos, a menos que... peraí, peraí... ah, já sei... Você pensou que a oração iniciada por "de quem..." tivesse caráter explicativo, não foi?!?! Mas ela não tem, né?!?! Então, apague essa vírgula aí tamém, hômi!


Minha nossinhora, Merval Pereira! A vírgula de novo, hômi!!! Pela última vez: a gente não viu aí in riba* que não se separa complementos verbais de seu verbo por vírgula? O mesmo se dá com o sujeito e o seu verbo. Eles não gostam de vírgula atrapalhando a relação. Nisso eles têm razão: quem já se viu uma vírgula se metendo onde não é chamada? Desse modo, bote pra correr a vírgula adispois de "Amaury Ribeiro Jr"!

Rapaz... Eu num tô acreditando nisso não! Merval!... A vírgula... Meu deus do céu! Óia, Merval, eu não vou tá mais aqui falano de vírgula, não, visse! Chega! Mas, ainda assim, eu vou dizer... Eu sou chato: Ô, misera! Há um tal de paralelismo sintático em "não apenas"... "mas". Apois bote uma vírgula adipois da mulesta dessa palavra "TCU"!

* Vêiz em quando, Merval, é sempre bom usar um latim nordestino - não é o de Roma, não, visse?!?! Só para você entender, caso não saiba, pois agora tá todo chique... é da Academia Brasileira de Letras, né?!?!: "in riba" significa "pras bandas de cima".
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